Muitos querem estudar, mas poucos querem aprender

Existe uma enorme quantidade de indivíduos que só fazem cursos com o objetivo de obter diplomas, mas não para aprender efetivamente. Arriscaria inferir que esse percentual é superior a 80%.

Desde que iniciei a empreender, quando preciso de um profissional para alguma atividade em meus negócios, confesso enfrentar um longo caminho até chegar a um candidato. Muitos deles com vários diplomas mas pouquíssimo conhecimento. Candidatos até com MBA que na prática mal sabem calcular um percentual.

O mercado demorou, mas atualmente começo a ver sinais positivos sobre este ponto. Empresas como a NuBank não fazem sequer exigência de diploma de nível superior para inúmeros cargos.

Busque sempre conhecimento. Diploma é algo que tende cada vez mais valer menos. O país precisa muito mais de técnicos do que profissionais com graduação superior.

Saiba se você é um gestor atualizado respondendo 2 perguntas

Muitas empresas, principalmente Startups, fazem uso desenfreado de buzz words buscando transparecer modernidade mas, infelizmente, a maioria ainda está no século passado.

E nem precisamos ir muito a fundo. Quer um exemplo? Quantas empresas fazem uso da tecnologia e contratam funcionários para trabalhar remotamente? Então…

Outro ponto que é notório: sua empresa faz entrevistas de seleção de forma remota (via Skype ou alguma ferramenta similar)?

Praticamente nenhuma empresa ajuda financeiramente o candidato no deslocamento para entrevistas que, na quase totalidade dos casos, poderiam ser feitas de forma remota. Principalmente nos casos em que o candidato vem de muito longe ou irá concorrer a cargos de base. Cada vez mais tenho visto profissionais gastarem o dinheiro que não possuem para ir à uma entrevista.

Precisamos nos adaptar aos novos cenários, isso inclui entender que o país está passando por um momento delicado, mas também que a tecnologia veio para ajudar e encurtar distâncias. Deixem para uma entrevista presencial os candidatos que evoluírem no processo (ou seja, os que têm mais chances reais de serem contratados).

A importância de um bom sistema de BackOffice

No campo do e-commerce temos várias soluções de diversos fornecedores. Em geral, as funcionalidades básicas são atendidas pela maioria, porém quando caímos na prática de operação, quase a totalidade deles deixa a desejar.

Por este motivo alguns negócios estão optando por sistemas desenvolvidos sob medida e/ou sistemas customizáveis. Recentemente um erro operacional de um funcionário ganhou destaque ao provocar a venda de todo estoque de um produto que teve seu preço cadastrado de forma errada.

Todo estamos sujeitos ao erro, portanto ter ferramentas que de forma automática e inteligente levantem suspeitas em qualquer operação que provoque um movimento incomum é de grande importância. Imaginem o prejuízo que empresas tem ao colocar um produto com um preço completamente diferente do real?

O caso em questão comentado acima foi na loja esportiva Centauro. A camisa oficial do time de futebol carioca Vasco foi cadastrada com valor de R$ 19,99 ao invés de R$ 199,99, que era o preço real. Até a mídia deu destaque a este caso, como podemos ver aqui nesta matéria do jornal O Dia – https://odia.ig.com.br/esporte/vasco/2019/03/5629644-loja-de-material-esportivo-erra-no-preco-da-camisa-do-vasco-e-estoque-esgota.html#foto=1.

Não faça economia em sua estrutura de BackOffice. Certamente um bom software teria evitado este e outros prejuízos. É mais um caso em que vemos que o barato saiu muito mais caro.

Você ainda não tem um site para comercializar seus produtos e serviços?

Costumo receber com certa frequência pedidos de orçamento para desenvolvimento de e-commerce. Desde pequenos negócios artesanais até empresas de maior porte. Uma parcela considerável desses solicitantes acaba optando por soluções de baixo custo, como plataforma Wix, canais de venda como Mercado Livre, etc.

Alguns deles, em um primeiro momento, pensam ter feito uma ótima escolha! Afinal, por um pequeno custo conseguiram colocar seus produtos e / ou serviços no ar para venda. Até que, depois de um curto período, começam a perceber que o barato pode ter saído beeeeem caro.

Falando de empresas com a Wix, o cliente se vê limitado a alguns formatos específicos de venda, falta de atendimento de suporte, problemas de segurança e vários outros. Muitas vezes também ocorre do site ficar fora do ar sem explicação e notificação, deixando o incauto “offline”.

Engana-se quem pensa que isto é uma realidade somente nacional. Recentemente a Amazon, o maior player mundial do mercado de vendas estilo Marketplace, deu uma bela rasteira em vários clientes. Sem nenhuma explicação simplesmente retirou produtos de venda, apagou e bloqueou contas (link abaixo).

https://www.recode.net/2019/3/8/18252606/amazon-vendors-no-orders-marketplace-counterfeits?fbclid=IwAR0u85Y-0_VjcpekJ43RVINBZ84qm-0Cdj33YWCWU4H8Pq5Cj6KQqDG6rJs

Diferente do que muitos podem pensar, este tipo de ocorrência é bem comum no mercado. O maior player no mercado nacional, o Mercado Livre, possui inúmeras reclamações sobre questões similares. Vendedores que baseavam 100% de seus negócios na plataforma e viram suas contas serem bloqueadas ou canceladas do dia para a noite.

Imagine você, com sua empresa com 100-200 funcionários para negociar compra de produtos com fornecedores, gerir estoque, processar vendas, embalar e despachar, ver do dia pra noite seu único canal de vendas encerrar sem explicação alguma? Pois é… Esta é a realidade de muitos!

Sites como Mercado Livre, Lojas Americanas, Submarino, etc não podem ser seu único canal de venda. É essencial ter um site próprio, onde você tem 100% de controle, para garantir sua operação. E sempre procurar direcionar tráfego para o mesmo.

Minha empresa, a Um Publicidade, pode lhe ajudar com isso. Faça contato conosco e vamos bater um papo sobre seu negócio! Clique aqui para ir até o site da Um Publicidade.

Se preferir, preencha o formulário de contato abaixo que entrarei em contato com você.

Bateria promete carga para seu Smartphone por mais de uma semana

A SuperTank teve seu financiamento realizado através do site KickStarter. A super bateria tem 27,000 mAh e vem com duas conexões USB-C PD (100W + 60W) e duas conexões USB-A. O equipamento conta ainda com uma tela de led indicando o percentual de carga remanescente. Para você ter uma ideia, com esse alto poder o dispositivo é capaz de carregar uma MacBook de 15” em apenas 1:30hs!

Se interessou? https://www.kickstarter.com/projects/625327275/supertank-power-your-phone-for-a-week-recharge-in

Corre então lá pra garantir a sua! As primeiras unidades devem chegar em Julho de 2019.

O Governo e sua arte de ferrar com o empreendedor

O MEI foi criado para tirar muitos da informalidade, com um formato simples e com menos burocracia. Passam os anos e o que o Governo faz? Dá uma rasteira em algumas categorias, burocratizando e obrigando a mudança de algumas atividades para microempresa ou empresa de pequeno porte, trazendo todas obrigações contábeis.

Empreender no Brasil é cada vez mais difícil!

http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/mudancas-nas-atividades-permitidas-para-o-microempreendedor-individual,c347ddf358658610VgnVCM1000004c00210aRCRD

O poder de adapte-se a realidade

Com a crise econômica que estamos vivendo, principalmente no Rio de Janeiro, muitos profissionais acabaram saindo do mercado de trabalho. Contratos encerrados, vendas em queda e muitos outros acabaram obrigando as empresas a reduzir seu quadro de funcionários.

Adaptar-se a realidade é necessário! Do CEO até o auxiliar de serviços gerais, todos precisam viabilizar uma forma honesta de restabelecer seus rendimentos ou, ao menos, parte dele.

Uma parte desses desalocados se mostra bem resiliente, aproveitando o mercado aberto pelas Startups para prestadores de serviço independentes. Uber, 99, Rappi e outras estão viabilizando a vida de muitos destes. A imagem desta postagem retrata exatamente isso: um indivíduo que utiliza uma bicicleta locada trabalhando para duas Startups.

É engenheiro com mestrado atuando como motorista, auxiliar de serviços gerais pilotando bicicleta e realizando entregas, etc. O mais curioso é que alguns acabaram descobrindo que o “bico” (como alguns preconceituosos ainda chamam) pode ser mais lucrativo que a atividade que exerciam anteriormente, e com liberdade para definir quando e quanto tempo trabalhar.

E você? Vai ficar só reclamando da vida e aguardando uma oportunidade cair do céu? Solte-se de suas amarras conceituais e mãos a obra!

Imprensa – Ascensão e queda do quarto poder

A imprensa desde os tempos mais remotos é classificada como o quarto poder, influenciando cultura, política e a sociedade como um todo. Em seu surgimento, a única mídia existente eram publicações impressas, como jornais e revistas. Algumas décadas depois, passaram aproveitar as ondas de rádio AM e posteriormente FM. Com a invenção e popularização dos televisores, o segmento expandiu sua área de atuação assim como seu alcance.

Jornalismo era o segmento mais forte e que gerava fidelização, pois todos queriam estar informados de acontecimentos. Com o passar do tempo, entretenimento foi ganhando espaço, até se tornar o principal atrativo.

Nas décadas mais recentes, surgiram os canais por assinatura, que buscaram uma divisão de conteúdo. Foi uma boa estratégia, que segmentou os espectadores e desta maneira promovia maior retorno para os anunciantes.

Tamanho poder de penetração permitia manipulação de grandes massas, recebendo grandes investimentos de anunciantes, mas também abrindo espaço para interesses escusos, sejam por conta de dinheiro ou por ideologia.

Durante várias décadas, a métrica utilizada para medir audiência sempre foi questionável, contando com poucos players e amostragens realizadas de forma duvidosa. Como era de interesse de todas as empresas do segmento passar uma impressão que o alcance era muito maior do que a realidade, inexistiu qualquer movimento consistente para contestar tais dados. Era um jogo de Ganha x Ganha.

Em todo mundo, através de um bom desempenho comercial ou mesmo razões obscuras (corrupção, etc), existiam grupos que dominavam o setor. No Brasil, por exemplo, tivemos o domínio do Grupo Globo por diversas décadas.

Com a popularização do acesso a Internet, esse domínio começou a entrar em decadência. Grande parte do sucesso do negócio era devido a falta de opções por parte dos consumidores. Não havia interação e os únicos veículos de longo alcance eram jornais e TVs. Quando o espectador passou a interagir mais com o conteúdo que recebia e foi possível um monitoramento preciso de métricas. A informação não estava mais restrita a empresas do segmento. Pessoas tinham acesso fácil a ferramentas para publicar suas ideias, seja em formato texto, áudio e, mais recentemente, vídeo.

Aqui no Brasil tivemos uma evidência fortíssima desse movimento: a eleição do atual Presidente, Jair Bolsonaro. Com apenas 8 segundos de tempo na TV, derrotou no primeiro turno o adversário Geraldo Alckmin, que tinha 5:32, uma fatia absurdamente maior.

Publicações impressas vem perdendo espaço no mercado de forma galopante. O mesmo vem acontecendo com a TV aberta e, mais recentemente, com a TV por assinatura também, com a consolidação do modelo de Streaming.

Os velhos dinossauros da mídia não estão conseguindo se adaptar a era digital, principalmente no Brasil. Estamos na era da Globalização e, se os players nacionais não encontrarem o caminho certo, certamente algum player internacional irá encontrar e garantir sua fatia no mercado.

O mercado é algo em constante mudança. Quem não se adapta, morre na praia. Comodidade não é boa nos negócios.

E aí, sua empresa está acomodada ou sempre atenta a oportunidades e mudanças?

Você provavelmente já deve estar obsoleto!

  • O Spotify praticamente faliu as gravadoras;
  • O Netflix praticamente faliu as locadoras;
  • O Booking complicou as agências de turismo;
  • O Google faliu guias regionais (Páginas Amarelas, etc);
  • O Airbnb está complicando os hotéis;
  • O WhatsApp está provocando uma revolução nas operadoras de telefonia;
  • As Mídias sociais estão complicando os veículos de comunicação;
  • O Uber está complicando os taxistas;
  • A OLX acabou com os classificados de jornal;
  • O Smartphone acabou com as revelações fotográficas e com as câmeras amadoras;
  • As empresas de compartilhamento de veículos (Zip Car, etc) estão complicando as locadoras de veículos;
  • A Tesla está complicando a vida das montadoras de automóveis;
  • O E-mail e a má gestão complicou os Correios;
  • As FinTechs (Original, Nubank e outros) ameaçam o sistema bancário tradicional;
  • A Nuvem complicou a vida das mídias físicas (CD, DVD, BluRay, PenDrive, etc);
  • O Youtube complica a vida das TVs. Adolescentes não assistem mais canais abertos;
  • O Facebook complicou a vida dos portais de conteúdo;

Você ainda quer viver como vivia há 10 anos?

Em quanto tempo sua atividade profissional atual se tornará obsoleta?

Temos que nos reinventar diariamente para continuarmos no mercado!

#10yearschallenge dos negócios

Na onda da hashtag #10yearschallenge, vamos a uma curiosidade:

Uber (Fundada em 2009)
Instagram (Fundada em 2009)
WhatsApp (Fundada em 2009)
99 (Fundada em 2012)
Nubank (Fundada em 2013)
iFood (Fundada em 2011)
Rappi (Fundada em 2015)

Aplicativos que muitos consideram essenciais em suas vidas simplesmente não existiam! Surpreendente a velocidade das transformações, não?

Isso ilustra muito bem que o mercado de trabalho e negócios estão sofrendo drásticas mudanças em períodos muito curtos de tempo. Hoje ficar acomodado não é nem um pouco indicado para quem pretende permanecer bem colocado.

Para funcionários, é um sinal que a profissão que pode estar em alta hoje, amanhã pode nem existir! E aquele Skill que ninguém da importância pode ser a profissão do momento daqui a poucos anos.

Para empreendedores, aquele nicho de mercado mal explorado pode se tornar evidência. Aquele produto que hoje é inovador, em pouco tempo pode ficar obsoleto.

E o que está fazendo para que sua carreira ou negócio não seja engolido pela velocidade das mudanças?