Você ainda não tem um site para comercializar seus produtos e serviços?

Costumo receber com certa frequência pedidos de orçamento para desenvolvimento de e-commerce. Desde pequenos negócios artesanais até empresas de maior porte. Uma parcela considerável desses solicitantes acaba optando por soluções de baixo custo, como plataforma Wix, canais de venda como Mercado Livre, etc.

Alguns deles, em um primeiro momento, pensam ter feito uma ótima escolha! Afinal, por um pequeno custo conseguiram colocar seus produtos e / ou serviços no ar para venda. Até que, depois de um curto período, começam a perceber que o barato pode ter saído beeeeem caro.

Falando de empresas com a Wix, o cliente se vê limitado a alguns formatos específicos de venda, falta de atendimento de suporte, problemas de segurança e vários outros. Muitas vezes também ocorre do site ficar fora do ar sem explicação e notificação, deixando o incauto “offline”.

Engana-se quem pensa que isto é uma realidade somente nacional. Recentemente a Amazon, o maior player mundial do mercado de vendas estilo Marketplace, deu uma bela rasteira em vários clientes. Sem nenhuma explicação simplesmente retirou produtos de venda, apagou e bloqueou contas (link abaixo).

https://www.recode.net/2019/3/8/18252606/amazon-vendors-no-orders-marketplace-counterfeits?fbclid=IwAR0u85Y-0_VjcpekJ43RVINBZ84qm-0Cdj33YWCWU4H8Pq5Cj6KQqDG6rJs

Diferente do que muitos podem pensar, este tipo de ocorrência é bem comum no mercado. O maior player no mercado nacional, o Mercado Livre, possui inúmeras reclamações sobre questões similares. Vendedores que baseavam 100% de seus negócios na plataforma e viram suas contas serem bloqueadas ou canceladas do dia para a noite.

Imagine você, com sua empresa com 100-200 funcionários para negociar compra de produtos com fornecedores, gerir estoque, processar vendas, embalar e despachar, ver do dia pra noite seu único canal de vendas encerrar sem explicação alguma? Pois é… Esta é a realidade de muitos!

Sites como Mercado Livre, Lojas Americanas, Submarino, etc não podem ser seu único canal de venda. É essencial ter um site próprio, onde você tem 100% de controle, para garantir sua operação. E sempre procurar direcionar tráfego para o mesmo.

Minha empresa, a Um Publicidade, pode lhe ajudar com isso. Faça contato conosco e vamos bater um papo sobre seu negócio! Clique aqui para ir até o site da Um Publicidade.

Se preferir, preencha o formulário de contato abaixo que entrarei em contato com você.

O Governo e sua arte de ferrar com o empreendedor

O MEI foi criado para tirar muitos da informalidade, com um formato simples e com menos burocracia. Passam os anos e o que o Governo faz? Dá uma rasteira em algumas categorias, burocratizando e obrigando a mudança de algumas atividades para microempresa ou empresa de pequeno porte, trazendo todas obrigações contábeis.

Empreender no Brasil é cada vez mais difícil!

http://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/mudancas-nas-atividades-permitidas-para-o-microempreendedor-individual,c347ddf358658610VgnVCM1000004c00210aRCRD

Imprensa – Ascensão e queda do quarto poder

A imprensa desde os tempos mais remotos é classificada como o quarto poder, influenciando cultura, política e a sociedade como um todo. Em seu surgimento, a única mídia existente eram publicações impressas, como jornais e revistas. Algumas décadas depois, passaram aproveitar as ondas de rádio AM e posteriormente FM. Com a invenção e popularização dos televisores, o segmento expandiu sua área de atuação assim como seu alcance.

Jornalismo era o segmento mais forte e que gerava fidelização, pois todos queriam estar informados de acontecimentos. Com o passar do tempo, entretenimento foi ganhando espaço, até se tornar o principal atrativo.

Nas décadas mais recentes, surgiram os canais por assinatura, que buscaram uma divisão de conteúdo. Foi uma boa estratégia, que segmentou os espectadores e desta maneira promovia maior retorno para os anunciantes.

Tamanho poder de penetração permitia manipulação de grandes massas, recebendo grandes investimentos de anunciantes, mas também abrindo espaço para interesses escusos, sejam por conta de dinheiro ou por ideologia.

Durante várias décadas, a métrica utilizada para medir audiência sempre foi questionável, contando com poucos players e amostragens realizadas de forma duvidosa. Como era de interesse de todas as empresas do segmento passar uma impressão que o alcance era muito maior do que a realidade, inexistiu qualquer movimento consistente para contestar tais dados. Era um jogo de Ganha x Ganha.

Em todo mundo, através de um bom desempenho comercial ou mesmo razões obscuras (corrupção, etc), existiam grupos que dominavam o setor. No Brasil, por exemplo, tivemos o domínio do Grupo Globo por diversas décadas.

Com a popularização do acesso a Internet, esse domínio começou a entrar em decadência. Grande parte do sucesso do negócio era devido a falta de opções por parte dos consumidores. Não havia interação e os únicos veículos de longo alcance eram jornais e TVs. Quando o espectador passou a interagir mais com o conteúdo que recebia e foi possível um monitoramento preciso de métricas. A informação não estava mais restrita a empresas do segmento. Pessoas tinham acesso fácil a ferramentas para publicar suas ideias, seja em formato texto, áudio e, mais recentemente, vídeo.

Aqui no Brasil tivemos uma evidência fortíssima desse movimento: a eleição do atual Presidente, Jair Bolsonaro. Com apenas 8 segundos de tempo na TV, derrotou no primeiro turno o adversário Geraldo Alckmin, que tinha 5:32, uma fatia absurdamente maior.

Publicações impressas vem perdendo espaço no mercado de forma galopante. O mesmo vem acontecendo com a TV aberta e, mais recentemente, com a TV por assinatura também, com a consolidação do modelo de Streaming.

Os velhos dinossauros da mídia não estão conseguindo se adaptar a era digital, principalmente no Brasil. Estamos na era da Globalização e, se os players nacionais não encontrarem o caminho certo, certamente algum player internacional irá encontrar e garantir sua fatia no mercado.

O mercado é algo em constante mudança. Quem não se adapta, morre na praia. Comodidade não é boa nos negócios.

E aí, sua empresa está acomodada ou sempre atenta a oportunidades e mudanças?

#10yearschallenge dos negócios

Na onda da hashtag #10yearschallenge, vamos a uma curiosidade:

Uber (Fundada em 2009)
Instagram (Fundada em 2009)
WhatsApp (Fundada em 2009)
99 (Fundada em 2012)
Nubank (Fundada em 2013)
iFood (Fundada em 2011)
Rappi (Fundada em 2015)

Aplicativos que muitos consideram essenciais em suas vidas simplesmente não existiam! Surpreendente a velocidade das transformações, não?

Isso ilustra muito bem que o mercado de trabalho e negócios estão sofrendo drásticas mudanças em períodos muito curtos de tempo. Hoje ficar acomodado não é nem um pouco indicado para quem pretende permanecer bem colocado.

Para funcionários, é um sinal que a profissão que pode estar em alta hoje, amanhã pode nem existir! E aquele Skill que ninguém da importância pode ser a profissão do momento daqui a poucos anos.

Para empreendedores, aquele nicho de mercado mal explorado pode se tornar evidência. Aquele produto que hoje é inovador, em pouco tempo pode ficar obsoleto.

E o que está fazendo para que sua carreira ou negócio não seja engolido pela velocidade das mudanças?

Chega de empreendedorismo de palco e coaches!

Empreendo desde 1999. Em todo esse período de aventuras, altos e baixos, aprendi algumas coisas. Vou tentar listar parte desse aprendizado abaixo.

Empreendedorismo está na moda! E, como qualquer tema em evidência, com ele surgem uma legião de coaches e empreendedores de palco atrás de sonhadores. Eles vivem da venda de frases de superação e de promover a ilusão que qualquer um pode empreender e ter sucesso, bastando comprar um curso / e-book ou participar de um evento que irão aprender a receita do sucesso, em pequenas parcelas de X Reais.

Fazendo uma análise histórica, vejo que meus erros me moldaram muito mais do que meus acertos. Se nos sucessos eu comemorava, celebrava e compartilhava, nos fracassos eu precisava colocar minha humildade à prova, analisando e entendendo o que tinha dado errado, no que tinha errado, e aprendendo com isso.

Os empreendedores que alcançam o sucesso ou fracassam tem uma coisa fundamental em comum: ambas chegaram lá por conta dos erros que cometeram.

O mundo é dos sonhadores! Mas dos sonhadores com pé no chão, com objetivos viáveis e negócios consistentes. O mundo não é cor de rosa. Quanto mais rápido você cair na real, menos frustrante será sua jornada e maiores serão suas chances de sucesso.

Vamos as principais realidades dessa jornada:

  • Já no início você vai enfrentar um dos maiores vilões desse universo – o Governo e sua máquina da burocracia;
  • Sabe aquela reserva de dinheiro que você fez para segurar até dar certo? A tendência normal é que vá acabar antes de dar certo;
  • Invariavelmente em um ou mais momentos em sua jornada você vai precisar se ausentar por algum período de seu negócio, seja por um problema de saúde ou por imprevistos inerentes da vida. Esteja preparado para delegar atividades;
  • Por muitas noites você não vai dormir de preocupação. Acostume-se com isso e aprenda a classificar melhor as dificuldades para não confundir dias normais (que sempre possuem suas dificuldades) com dias fora do comum e assim dormir melhor;
  • Você vai chorar escondido, para sua família não ficar sabendo que nem tudo vai bem como planejado;
  • Sua família não vai te apoiar, e isto faz parte;
  • Quando a euforia inicial passar, você vai se sentir em vários períodos um fracassado. Não caia nesta armadilha;

Mas se você passar por tudo isso… Talvez mesmo assim não consiga ter sucesso! A realidade é que a maioria não consegue. Nem sempre o final é feliz!

A cada dia a evolução de nossa sociedade torna alguns ofícios obsoletos e cria novos nunca antes imaginados. Portanto, a tendência é que cada dia mais características empreendedoras serão essenciais para sobrevivência.

Portanto apoie seus amigos empreendedores! Principalmente os marinheiros de primeira viagem! Escute suas ideias, compre seus produtos, use os seus serviços e aplicativos e compartilhe seus posts sobre o negócio.

Empreender é uma jornada dura. Toda e qualquer crítica construtiva e apoio são válidos!

Síndrome de Bozó

Começo esta postagem com um texto do Texto do André Palis
que li no LinkedIn outro dia:

“Eu tinha o emprego dos sonhos no Google.

Mas ainda precisava pedir dinheiro emprestado para pagar as contas.

Eu consegui uma vaga de entrada no Google e achava que poderia ser promovido logo.

Enquanto isso, meu pai me mandava dinheiro todos os meses para que não precisássemos viver no aperto.

São Paulo é a cidade mais cara do Brasil.

Um ano se passou.

Eu não fui promovido.

Eu conversei com todo mundo pra entender o que eu precisava entregar. Eu trabalhei dobrado. Eu dei tudo que eu tinha.

No próximo ano, não deu de novo.

Eu fiquei arrasado.

“Não dá mais”, disse à minha esposa.

Eu queria começar uma família. Eu tinha ambições. Mas ainda dependia dos meus pais.

O pensamento de deixar o Google era aterrorizante.

Mas ficar não era o caminho.

O Tulio foi louco o suficiente para sair comigo e uma agência que estava fechando nos deu todos os seus clientes, incluindo o Discovery Channel.

Três meses depois, eu disse ao meu pai que não precisava mais da ajuda dele.

Cinco anos depois, a Raccoon Marketing Digital tem 270 funcionários, ganhou vários prêmios Premier Google e trabalha com clientes como Sony Pictures Entertainment, Natura e Leroy Merlin.

E eu e minha esposa temos um filho lindo.

Se o teto sobre você está te esmagando-

Tenha coragem de sonhar alto e pular fora.”

O relato acima é a mais pura realidade do que costuma ocorrer com marcas conhecidas no meio digital. Conheço vários casos similares em empresas com Facebook, Twitter e muitas outras. Não se deixe levar apenas por uma marca forte. Muitas vezes, por conta dessa foça, estas empresas negligenciam valores de mercado e praticam remunerações inferiores e/ou condições de trabalho ruins.

Pessoalmente uso o termo Síndrome de Bozó para caracterizar os profissionais que costumam cair nessa armadilha. Bozó era um personagem do falecido humorista Chico Anysio criado na década de 80 que nas esquetes sempre usava seu crachá de uma reconhecida emissora Brasileira como “cartão de visitas”.

Lembre-se: empresa é um negócio. Não caia na armadilha criada por alguns “gurus” de RH que procuram personificar a relação de negócios. Crachá não paga contas.

O episódio da caverna – se fosse no Brasil

Doze meninos e seu treinador ficam presos em uma caverna no Brasil. Comoção geral. O Congresso vota um repasse emergencial de R$140bi para o resgate.

Para executar isso, instituem a ANARCAV (Agência Nacional de Resgate em Cavernas). Governadores criam as Secretarias Estaduais de Resgate em Cavernas (CAVERRJ, CAVERSP, CAVERMG, etc).

Com o repasse, iniciam uma contratação emergencial para cavar o túnel e derrubar a montanha. A oposição denuncia irregularidades e cria a CPI das Cavernas. A PF inicia a operação Neanderthal. O TRF manda prender a caverna, e Gilmar Mendes a solta.

Uma ex-BBB tira selfie nua na frente da caverna, viraliza na web, se torna a MC Cavernosa e lança o hit do Carnaval “Entra Mas Não Sai”. No Encontro da Fátima Bernardes, denuncia a cavernofobia. McDonalds pede desculpas por ter lançado o McFlintstone.

O Sindicav entra em greve geral, pois o repasse não chega e estão sem receber. Junta-se a eles a CUT-CAV e o MSCAV (Movimento dos Sem Caverna). O Governo negocia e tira impostos de pás.

O presidente privatiza as cavernas. Jean Wyllys cospe em Bolsonaro por ele ter falado que caverna boa é caverna soterrada. Pastores vendem pedras ungidas da caverna por R$800,00/Kg.

Passados 80 meses, todos ainda estão na caverna.

Qualquer um que faça negócios com o meio governamental no Brasil sabe que isso seria tragicômico.

Quero desenvolver um sistema e/ou um App! Quanto custa?

Nove entre dez empresas de desenvolvimento normalmente recebem este questionamento periodicamente. Antes de solicitar um orçamento, é necessário ter o mínimo de escopo, para que seja possível montar ao menos um rascunho de uma especificação.

Fazendo uma analogia simples, é a mesma coisa que perguntar quanto custa um veículo. Primeiro você precisa definir que tipo de veículo necessita, qual será seu uso. Uma motocicleta pode atender muito bem a necessidade de uma pessoa se deslocar dentro de um bairro ou cidade, agora para ir do Brasil até a Austrália não seria o veículo mais recomendado, principalmente que, para tal trajeto, só voando ou navegando. A estimativa de preço depende da necessidade e, quanto mais detalhes forem fornecidos, mais assertiva será esta estimativa.

Seguindo na mesma analogia, se você precisa se deslocar entre cidades próximas, e costuma ter material para carregar e/ou mais de duas pessoas, seguindo a linha do menor custo, já podemos eliminar lancha, avião e helicóptero. Agora a opção mais econômica, que seria moto, não é viável para carga de material e/ou mais de duas pessoas. Com isso conseguimos fechar o escopo do tipo de veículo necessário: carro, ônibus ou caminhão. Neste ponto já precisamos de um maior detalhamento, mas ao menos eliminamos algumas opções e temos uma faixa de valor estimada.

Antes de buscar qualquer orçamento, procure enumerar ao máximo qual sua necessidade e quais as barreiras que pode encontrar. Somente assim conseguirá uma estimativa que lhe permita planejar. Se você não consegue efetuar tal processo, contrate um consultor técnico para lhe ajudar nesta tarefa.

Como não fazer um formulário

O festival Rio2C ocorre entre 3 e 8 de Abril na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro.

Por ser um evento privado, que cobra um valor considerável para participação (veja os valores aqui), era esperado um cuidado maior com relação a sua interação com o público. Apesar disso, o que vemos na prática é em pleno 2018 a organização solicitar, para participação de um dos subeventos, preenchimento obrigatório de campos como telefone fixo. Quantas pessoas você conhece que ainda usam? Isso sem contar que que muitos nem possuem mais, como por exemplo esse indivíduo que escreve aqui. Qual seria a necessidade de um telefone fixo para participação? Nenhuma!

Vejam o formulário completo no link e imagem abaixo:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe3bVqFjjmcUVbDdWBwg-py_gnlh3Jvkw3-CfzDYYPF_RbXzA/viewform

Sempre que for elaborar um formulário analise:

  1. Que dados você realmente precisa?
  2. Quais informações adicionais você pode solicitar opcionalmente sem ser muito invasivo?

Formulários mal elaborados resultam em baixo preenchimento. Isso pode significar uma venda perdida, um prospect não convertido e uma oportunidade perdida.

Rio2C – It’s all about useless data.

Como não fazer um site – Erros na arquitetura da informação

Como ouvinte eventual da CBN, hoje, enquanto aguardava uma substituição de cabos do fornecedor de banda larga, pensei em sintonizar na CBN. Acontece que não sabia a frequência FM da rádio, então saquei o smartphone para acessar o site pra encontrar a informação. Qual foi minha surpresa ao acessar o site e simplesmente não encontrar a informação na página principal. Pensei que pudesse ser algum erro na renderização da versão mobile no celular, então habilitei o roteador de conexão 4G no celular e acessei pelo Desktop e para minha surpresa, não era. A informação simplesmente não existia! Imagine você, um negócio que possui como canal principal um dial FM não ter essa informação de forma objetiva e em destaque em seu site? Fiz questão de capturar a página inteira para que possam visualizar:

Página principal da CBN - Clique para ver a imagem ampliada

Página principal da CBN – Clique para ver a imagem ampliada

A arquitetura da informação é uma das atividades essenciais na construção de um site. Definir o conteúdo e a forma como será passado não é um mero detalhe, é a espinha dorsal de sua presença digital. Informações que facilitem seu cliente a acessar seu produto e/ou serviço e fazer contato com seu negócio não podem ficar escondidas!

Um dos principais motivos de se criar um site é ser notado e ter contatos para possíveis negócios. Certifique-se sempre de informar endereços de e-mail e telefone válidos e que estas informações estejam sempre visíveis quando possível.

Será que seu cliente consegue encontrar a informação que procura facilmente em seu site?

O visitante de seu site tem facilidade em compreender que produtos e/ou serviços você oferece?

Caso alguma das respostas acima seja não, está na hora de rever a arquitetura da informação em seu site. Informação de difícil acesso é tão útil quanto a varanda que ilustra essa postagem.

Entre em contato comigo pelo e-mail [email protected] que posso fazer uma análise inicial sem custo.