Google passa a considerar a versão Mobile para indexação e posicionamento nas buscas

O Google anunciou que a partir de hoje passa a posicionar e indexar os sites a partir da versão . Até ontem a versão desktop que era considerada. Com isso sites que não possuem versão mobile ou possuem problemas em sua versão móvel tendem a perder posições no resultado da busca. Abaixo a informação na íntegra:

“Rolling out mobile-first indexing
Posted: 26 Mar 2018 07:57 AM PDT

Today we’re announcing that after a year and a half of careful experimentation and testing, we’ve started migrating sites that follow the best practices for mobile-first indexing.

To recap, our crawling, indexing, and ranking systems have typically used the desktop version of a page’s content, which may cause issues for mobile searchers when that version is vastly different from the mobile version. Mobile-first indexing means that we’ll use the mobile version of the page for indexing and ranking, to better help our – primarily mobile – users find what they’re looking for.

We continue to have one single index that we use for serving search results. We do not have a “mobile-first index” that’s separate from our main index. Historically, the desktop version was indexed, but increasingly, we will be using the mobile versions of content.

We are notifying sites that are migrating to mobile-first indexing via Search Console. Site owners will see significantly increased crawl rate from the Smartphone Googlebot. Additionally, Google will show the mobile version of pages in Search results and Google cached pages.”

Entre em contato comigo para validar se seu site está pronto para performar bem nesses novos parâmetros. Tenho certeza que a Um Publicidade pode ajudar seu negócio a ter mais visibilidade!

Renan Viegas
[email protected]
http://umpublicidade.com.br

Seu Android foi Hackeado?

Qualquer um que possua uma versão antiga do Android pode estar infectado com o Malware Gooligan. Dados apontam que mais de 13.000 aparelhos com Android são infectados por este Malware todos os dias, colocando em risco dados privados de mais de 1 milhão de usuários.

Aplicativos baixados da Play Store que estão invectados exibem propagandas e links que permitem os hackers acessar dados do Gmail, Drive e Photos. Algumas denúncias apontam que também são realizadas compras na Play Store e postagem de reviews na mesma.

Qualquer usuário que utilize um equipamento (celular ou tablet) que rode Android nas versões 4 e 5 — incluindo Jelly Bean, KitKat e Lollipop — possuem grande risco. Levantamentos indicam que estas versões respondem por 75% dos equipamentos Android em uso.

Uma empresa chamada Check Point desenvolveu uma ferramenta para checar se a conta Google está na lista de contas infectadas. Para verificar, acesse: https://gooligan.checkpoint.com/

O fracasso dos SmartWatches

Passados alguns anos do lançamento dos primeiros SmartWatches, parece que o mercado deste tipo de produto não vingou. O Android Wear, sistema operacional da Google desenvolvido para os relógios de pulso, vendeu poucas unidades. A plataforma da Apple também não emplacou.

A maioria dos equipamentos não é um dispositivo autônomo. Suas funcionalidades são em grande parte completadas pelo processamento de um Smartphone. Isso faz com que os smartwatches se tornem acessórios pouco úteis, pois deixam de ser inteligentes para se tornarem apenas uma extensão cara dos celulares.

A falta de características inovadoras e recursos que realmente fazem o usuário reconhecer o dispositivo como algo essencial não fazem dele um dispositivo arrasador. As funções que realmente chamam a atenção já estavam presentes em pulseiras fitness.

E, para completar, um grande vilão dessa tecnologia é a bateria. Relógios normais levam anos para se precisar trocar a bateria, enquanto os smarts, precisam ir para tomada praticamente todo dia.

Huawei e LG, que também tentaram entrar nesse mercado já desistiram. Motorola parece ser a próxima. E a Apple?

Preparado para as mudanças na busca do Google?

Constantemente o Google promove mudanças em seu sistema de busca. Estas mudanças vão desde os critérios para posicionamento de um site no buscador até detalhes de como o resultado da busca é apresentado.

No ano passado passaram a dar prioridade a sites que possuam versão mobile. Pouco tempo depois passaram a considerar o tempo de carregamento como fator de peso, sendo 2 segundos o tempo chave para sites de e-commerce.

Falando da apresentação dos resultados, recentemente entrou em produção um novo recurs de exibição chamado Galeria. Os sites que possuem receitas, avaliações, eventos e produtos podem disponibilizar dados que são utilizados por este recurso para a exibição conforme a imagem acima deste texto.

Manter sempre seu site atualizado com todos os recursos disponíveis no Google significa estar sempre na frente de seus concorrentes. Quem está na vanguarda aproveita as novidades e ganha destaque nos resultados, consequentemente aumentando sua visitação.

Então, pronto para manter seu site constantemente atualizado com as mudanças? Não? Entre em contato com a Um Publicidade ou diretamente comigo:

Renan Viegas
Skype: renanviegas
E-mail: [email protected]

Pagamentos e transferências de dinheiro pelo Google e Facebook?

De olho no crescente mercado financeiro e no Big Player PayPal, Google e Facebook estão fazendo movimentos buscando MarketShare no segmento. Tanto Facebook quanto Google tem uma vantagem enorme: sua base de usuários.

O Facebook está trabalhando em uma solução para permitir transferir recursos financeiros entre os usuários da rede social. O foco inicial é disponibilizar a funcionalidade diretamente no Messenger. A ferramenta permitirá cadastro de cartões de débito para a operação. A previsão de lançamento é para o segundo semestre de 2015 nos Estados Unidos.

Já o Google batizou o projeto de Pony Express. Os usuários poderão realizar pagamentos direto por sua conta de e-mail. As contas de empresas que aderirem ao serviço irão para uma pasta específica. O sistema permite o cadastramento de cartões de créditos e contas bancárias para poder efetuar tais pagamentos e transferências. Ainda não se sabe se o Google Wallet será aproveitado ou extinto. O serviço tem previsão de lançamento para o quarto trimestre de 2015 nos Estados Unidos.

Será que as soluções chegarão ao Brasil ainda este ano? Acho que não.

Google implanta processo de aprovação de aplicativos

O Google alterou sua política de publicação de aplicativos na Play Store. Até o momento os aplicativos não passavam por um processo de aprovação e os mesmos só eram retirados do Marketplace quando eram denunciados por violar alguma das regras.

Esta decisão afeta todo o processo comercial atual, pois desenvolvedores terão acrescentar em seu cronograma mais uma fase, esta com duração variável.

Se de um lado esta decisão pode atrapalhar negócios, por outro pode aumentar a aceitação do sistema operacional, pois com a introdução deste processo a tendência é que a segurança e qualidade dos aplicativos aumente.

Em conjunto com esta mudança o Google também introduzirá classificação etária para os aplicativos. Baseado em uma série de perguntas, a empresa irá estabelecer a classificação etária utilizando padrões internacionais elaborados por organizações como a International Age Rating Coalition (IARC). A empresa irá adotar classificações genéricas para países que não possuem classificações etárias oficiais.

Google lança na surdina ferramenta nutricional

Que tal comparar o valor nutricional de uma maçã com uma pera? Pois bem, isso ficou mais fácil com a ajuda do Google!

Escreva na busca: “compare apple and pear” e veja o resultado.

https://www.google.com.br/?gfe_rd=ctrl&ei=YnEzU_j4L8uW8QewsoAw&gws_rd=cr#q=compare+apple+and+pear

Interessante, não?

Será cloud a solução para sua infra ou mais um problema?

O assunto do momento é Cloud (Nuvem). Antes adotada só por entusiastas, tal tecnologia ganhou o status de blueprint por conta de marqueteiros e vendedores de serviços de TI. Apesar de numerosas vantagens, é preciso ter cautela com aplicativos e armazenamento em nuvem.

Apontado como o modelo queridinho de dez entre dez especialistas em tecnologia pela mídia, acontecimentos recentes em dois dos maiores fornecedores de serviços neste modelo, Google e a Amazon, causaram prejuízos para seus clientes. Link com problemas, servidor de DNS com problemas, erro operacional dos fornecedores e outros mais.

Imagina a situação em que, para concluir um negócio, você depende de um arquivo que está em um servidor como o Google Drive, ou no AWS da Amazon, e, por conta de uma falha fornecedor do serviço ou de sua rede, você fica sem acesso durante 8 horas? Nos dias de hoje, até questões de minutos podem inviabilizar uma venda, detonar uma negociação em curso ou até provocar um erro monstruoso em uma linha de produção industrial por uma informação faltante, por exemplo.

Além de todos os fatores acima, a proteção e backup dos dados contra a ação de hackers é algo que você ou sua empresa não podem ter grandes garantias. A partir do momento que você contrata um serviço no modelo de Cloud, as políticas de segurança e profissionais com acesso aos dados são definidos pelo fornecedor.

Cloud tem suas vantagens, mas depender 100% dela é suicídio. Alguns gestores estão comprando soluções ignorando princípios básicos de disponibilidade e segurança. A solução ideal para infra é um modelo híbrido, onde em uma eventual falha, a operação de seu negócio se mantenha íntegra.

Deixo aqui meu alerta: confiar cegamente no ambiente cloud e seus fornecedores, nunca!

Google – O lado obscuro da empresa

No último trimestre de 2011 fui surpreendido com a suspensão de minha conta no Google AdSense. Possuia alguns sites, todos enquadrados na então política do produto e, após enviar um e-mail reclamando que não havia recebido a comissão que deveria, tive a conta suspensa sem explicação alguma. Comportamento estranho, não? Principalmente que, pelo fato de terem suspendido minha conta, segundo o “contrato” do produto, não seriam mais obrigados a pagar o que deviam. Seria uma forma suja de dar calote? Por incrível que pareça, pelo tamanho da empresa e sua fama, parece que sim.

Durante algumas pesquisas na web encontrei vários relatos de usuários com o mesmo problema, principalmente do Brasil. Alguns não chegaram a ter suas contas suspensas, mas estranhamente suas comissões, que em tinham um valor X de média nos últimos meses, caíram para menos de 10% do valor usual.

No meu caso a quantia não justifica os custos jurídicos para um embate, mas certamente os prejudicados com quantias maiores deveriam processar a empresa.

Durante minha busca encontrei também outras situações que revelam um comportamento nada ético da emrpesa. O PayPal, um big player de sistema de pagamentos presente inclusive no Brasil, abriu recentemente um processo contra o Google por conta de roubo de informações (https://www.thepaypalblog.com/2011/05/paypal-files-lawsuit-to-protect-trade-secrets-a-reason-worth-fighting-for/). Já o Buscapé, o maior player nacional de ferramentas de comparação de preço, processou o Google por concorrência desleal (http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5530316-EI15608,00-Buscape+processa+Google+por+igualdade+nas+buscas+no+Pais.html).

Hoje me deparei com um post bem interessante falando de problemas com relação a aplicativos na loja do Android que simplesmente somem sem explicação (http://www.googez.com/2011/12/google-taking-off-apps-from-the-market-without-warning/). Ainda não tive contato com nenhum dos afetados mas imagino que o mesmo golpe esteja sendo praticado.

Sou cliente do Google, possuo serviços grátis e serviços pagos contratados. Não deixarei de utilizar os mesmos, mas desde então tenho backup de tudo.

Diante destes episódios aprendi uma lição: nunca confie em uma empresa pois, por mais segurança que a uma marca traga, por trás podem existir políticas não muito éticas.

Novo player no mercado de comparação de preços: Google Shopping

Um novo player promete sacudir o mercado de sites de comparação de preços em lojas de e-commerce de varejo: o Google Shopping. A empresa lançou nesta quarta-feira a versão brasileira do serviço, a primeira em terras latino-americanas. O portal, que chega adaptado às características do varejo nacional (o Brasil é o único país do mundo onde o usuário pode consultar o preço parcelado dos produtos), possui como diferencial a interface simples e rápida.

O serviço faz frente ao maior player do mercado nacional: o Buscapé. Em todo o mundo, o Google Shopping possui mais de 200 mil empresas de e-commerce cadastradas e mais de um bilhão de produtos listados, segundo informou a companhia.

Qualquer site de comércio eletrônico que quiser exibir seus produtos entre os resultados pode se cadastrar gratuitamente, mas estará sujeito a aprovação da Google.

Conheça já o serviço acessando: http://www.google.com.br/prdhp.