Seu Android foi Hackeado?

Qualquer um que possua uma versão antiga do Android pode estar infectado com o Malware Gooligan. Dados apontam que mais de 13.000 aparelhos com Android são infectados por este Malware todos os dias, colocando em risco dados privados de mais de 1 milhão de usuários.

Aplicativos baixados da Play Store que estão invectados exibem propagandas e links que permitem os hackers acessar dados do Gmail, Drive e Photos. Algumas denúncias apontam que também são realizadas compras na Play Store e postagem de reviews na mesma.

Qualquer usuário que utilize um equipamento (celular ou tablet) que rode Android nas versões 4 e 5 — incluindo Jelly Bean, KitKat e Lollipop — possuem grande risco. Levantamentos indicam que estas versões respondem por 75% dos equipamentos Android em uso.

Uma empresa chamada Check Point desenvolveu uma ferramenta para checar se a conta Google está na lista de contas infectadas. Para verificar, acesse: https://gooligan.checkpoint.com/

O fracasso dos SmartWatches

Passados alguns anos do lançamento dos primeiros SmartWatches, parece que o mercado deste tipo de produto não vingou. O Android Wear, sistema operacional da Google desenvolvido para os relógios de pulso, vendeu poucas unidades. A plataforma da Apple também não emplacou.

A maioria dos equipamentos não é um dispositivo autônomo. Suas funcionalidades são em grande parte completadas pelo processamento de um Smartphone. Isso faz com que os smartwatches se tornem acessórios pouco úteis, pois deixam de ser inteligentes para se tornarem apenas uma extensão cara dos celulares.

A falta de características inovadoras e recursos que realmente fazem o usuário reconhecer o dispositivo como algo essencial não fazem dele um dispositivo arrasador. As funções que realmente chamam a atenção já estavam presentes em pulseiras fitness.

E, para completar, um grande vilão dessa tecnologia é a bateria. Relógios normais levam anos para se precisar trocar a bateria, enquanto os smarts, precisam ir para tomada praticamente todo dia.

Huawei e LG, que também tentaram entrar nesse mercado já desistiram. Motorola parece ser a próxima. E a Apple?

Preparado para as mudanças na busca do Google?

Constantemente o Google promove mudanças em seu sistema de busca. Estas mudanças vão desde os critérios para posicionamento de um site no buscador até detalhes de como o resultado da busca é apresentado.

No ano passado passaram a dar prioridade a sites que possuam versão mobile. Pouco tempo depois passaram a considerar o tempo de carregamento como fator de peso, sendo 2 segundos o tempo chave para sites de e-commerce.

Falando da apresentação dos resultados, recentemente entrou em produção um novo recurs de exibição chamado Galeria. Os sites que possuem receitas, avaliações, eventos e produtos podem disponibilizar dados que são utilizados por este recurso para a exibição conforme a imagem acima deste texto.

Manter sempre seu site atualizado com todos os recursos disponíveis no Google significa estar sempre na frente de seus concorrentes. Quem está na vanguarda aproveita as novidades e ganha destaque nos resultados, consequentemente aumentando sua visitação.

Então, pronto para manter seu site constantemente atualizado com as mudanças? Não? Entre em contato com a Um Publicidade ou diretamente comigo:

Renan Viegas
Skype: renanviegas
E-mail: [email protected]

Pagamentos e transferências de dinheiro pelo Google e Facebook?

De olho no crescente mercado financeiro e no Big Player PayPal, Google e Facebook estão fazendo movimentos buscando MarketShare no segmento. Tanto Facebook quanto Google tem uma vantagem enorme: sua base de usuários.

O Facebook está trabalhando em uma solução para permitir transferir recursos financeiros entre os usuários da rede social. O foco inicial é disponibilizar a funcionalidade diretamente no Messenger. A ferramenta permitirá cadastro de cartões de débito para a operação. A previsão de lançamento é para o segundo semestre de 2015 nos Estados Unidos.

Já o Google batizou o projeto de Pony Express. Os usuários poderão realizar pagamentos direto por sua conta de e-mail. As contas de empresas que aderirem ao serviço irão para uma pasta específica. O sistema permite o cadastramento de cartões de créditos e contas bancárias para poder efetuar tais pagamentos e transferências. Ainda não se sabe se o Google Wallet será aproveitado ou extinto. O serviço tem previsão de lançamento para o quarto trimestre de 2015 nos Estados Unidos.

Será que as soluções chegarão ao Brasil ainda este ano? Acho que não.

Google implanta processo de aprovação de aplicativos

O Google alterou sua política de publicação de aplicativos na Play Store. Até o momento os aplicativos não passavam por um processo de aprovação e os mesmos só eram retirados do Marketplace quando eram denunciados por violar alguma das regras.

Esta decisão afeta todo o processo comercial atual, pois desenvolvedores terão acrescentar em seu cronograma mais uma fase, esta com duração variável.

Se de um lado esta decisão pode atrapalhar negócios, por outro pode aumentar a aceitação do sistema operacional, pois com a introdução deste processo a tendência é que a segurança e qualidade dos aplicativos aumente.

Em conjunto com esta mudança o Google também introduzirá classificação etária para os aplicativos. Baseado em uma série de perguntas, a empresa irá estabelecer a classificação etária utilizando padrões internacionais elaborados por organizações como a International Age Rating Coalition (IARC). A empresa irá adotar classificações genéricas para países que não possuem classificações etárias oficiais.

Google lança na surdina ferramenta nutricional

Que tal comparar o valor nutricional de uma maçã com uma pera? Pois bem, isso ficou mais fácil com a ajuda do Google!

Escreva na busca: “compare apple and pear” e veja o resultado.

https://www.google.com.br/?gfe_rd=ctrl&ei=YnEzU_j4L8uW8QewsoAw&gws_rd=cr#q=compare+apple+and+pear

Interessante, não?

Será cloud a solução para sua infra ou mais um problema?

O assunto do momento é Cloud (Nuvem). Antes adotada só por entusiastas, tal tecnologia ganhou o status de blueprint por conta de marqueteiros e vendedores de serviços de TI. Apesar de numerosas vantagens, é preciso ter cautela com aplicativos e armazenamento em nuvem.

Apontado como o modelo queridinho de dez entre dez especialistas em tecnologia pela mídia, acontecimentos recentes em dois dos maiores fornecedores de serviços neste modelo, Google e a Amazon, causaram prejuízos para seus clientes. Link com problemas, servidor de DNS com problemas, erro operacional dos fornecedores e outros mais.

Imagina a situação em que, para concluir um negócio, você depende de um arquivo que está em um servidor como o Google Drive, ou no AWS da Amazon, e, por conta de uma falha fornecedor do serviço ou de sua rede, você fica sem acesso durante 8 horas? Nos dias de hoje, até questões de minutos podem inviabilizar uma venda, detonar uma negociação em curso ou até provocar um erro monstruoso em uma linha de produção industrial por uma informação faltante, por exemplo.

Além de todos os fatores acima, a proteção e backup dos dados contra a ação de hackers é algo que você ou sua empresa não podem ter grandes garantias. A partir do momento que você contrata um serviço no modelo de Cloud, as políticas de segurança e profissionais com acesso aos dados são definidos pelo fornecedor.

Cloud tem suas vantagens, mas depender 100% dela é suicídio. Alguns gestores estão comprando soluções ignorando princípios básicos de disponibilidade e segurança. A solução ideal para infra é um modelo híbrido, onde em uma eventual falha, a operação de seu negócio se mantenha íntegra.

Deixo aqui meu alerta: confiar cegamente no ambiente cloud e seus fornecedores, nunca!

Google – O lado obscuro da empresa

No último trimestre de 2011 fui surpreendido com a suspensão de minha conta no Google AdSense. Possuia alguns sites, todos enquadrados na então política do produto e, após enviar um e-mail reclamando que não havia recebido a comissão que deveria, tive a conta suspensa sem explicação alguma. Comportamento estranho, não? Principalmente que, pelo fato de terem suspendido minha conta, segundo o “contrato” do produto, não seriam mais obrigados a pagar o que deviam. Seria uma forma suja de dar calote? Por incrível que pareça, pelo tamanho da empresa e sua fama, parece que sim.

Durante algumas pesquisas na web encontrei vários relatos de usuários com o mesmo problema, principalmente do Brasil. Alguns não chegaram a ter suas contas suspensas, mas estranhamente suas comissões, que em tinham um valor X de média nos últimos meses, caíram para menos de 10% do valor usual.

No meu caso a quantia não justifica os custos jurídicos para um embate, mas certamente os prejudicados com quantias maiores deveriam processar a empresa.

Durante minha busca encontrei também outras situações que revelam um comportamento nada ético da emrpesa. O PayPal, um big player de sistema de pagamentos presente inclusive no Brasil, abriu recentemente um processo contra o Google por conta de roubo de informações (https://www.thepaypalblog.com/2011/05/paypal-files-lawsuit-to-protect-trade-secrets-a-reason-worth-fighting-for/). Já o Buscapé, o maior player nacional de ferramentas de comparação de preço, processou o Google por concorrência desleal (http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0,,OI5530316-EI15608,00-Buscape+processa+Google+por+igualdade+nas+buscas+no+Pais.html).

Hoje me deparei com um post bem interessante falando de problemas com relação a aplicativos na loja do Android que simplesmente somem sem explicação (http://www.googez.com/2011/12/google-taking-off-apps-from-the-market-without-warning/). Ainda não tive contato com nenhum dos afetados mas imagino que o mesmo golpe esteja sendo praticado.

Sou cliente do Google, possuo serviços grátis e serviços pagos contratados. Não deixarei de utilizar os mesmos, mas desde então tenho backup de tudo.

Diante destes episódios aprendi uma lição: nunca confie em uma empresa pois, por mais segurança que a uma marca traga, por trás podem existir políticas não muito éticas.

Novo player no mercado de comparação de preços: Google Shopping

Um novo player promete sacudir o mercado de sites de comparação de preços em lojas de e-commerce de varejo: o Google Shopping. A empresa lançou nesta quarta-feira a versão brasileira do serviço, a primeira em terras latino-americanas. O portal, que chega adaptado às características do varejo nacional (o Brasil é o único país do mundo onde o usuário pode consultar o preço parcelado dos produtos), possui como diferencial a interface simples e rápida.

O serviço faz frente ao maior player do mercado nacional: o Buscapé. Em todo o mundo, o Google Shopping possui mais de 200 mil empresas de e-commerce cadastradas e mais de um bilhão de produtos listados, segundo informou a companhia.

Qualquer site de comércio eletrônico que quiser exibir seus produtos entre os resultados pode se cadastrar gratuitamente, mas estará sujeito a aprovação da Google.

Conheça já o serviço acessando: http://www.google.com.br/prdhp.

Android 4.0 Ice Cream Sandwich – novidades interessantes!

No primeiro minuto desta quarta, dia 19/10/2011, o Google em conjunto com a Samsung apresentou o Samsung Galaxy Nexus, o primeiro aparelho comercial com o Android 4.0 Ice Cream Sandwich. Em um evento promovido pelas duas empresas realizado para uma platéia de aproximadamente 500 pessoas, em sua maioria jornalistas de publicações impressas e digitais, as características da nova plataforma empolgaram os presentes.

Em resumo, para os usuários, as novidades são:

  • Nova interface
  • Novas fontes otimizadas para o display de maior resolução
  • Nova barra de sistema contendo botões virtuais para uma melhor experiência de uso
  • Barra de ações
  • Widgets redimensionáveis
  • Melhorias no sistema de reconhecimento de voz (para concorrer com o Siri)
  • Melhor controle sobre as conexões de rede e 3G
  • Novo aplicativo “People app” substituto da lista de contatos, oferecendo maior integração com redes sociais, exibindo informações de contas nas mais diversas redes (Facebook, Google+, Twitter, LinkedIn), exibindo atualizações das mesmas, fotos em alta resolução
  • Melhorias na aplicação de calendário
  • Melhorias na câmera
  • Android Beam para compartilhamento de conteúdo via NFC
  • Face Unlock para desbloquear o aparelho por identificação biométrica da face
  • Wi-Fi Direct para permitir conexão direta entre aparelhos via Wi-fi
  • Suporte a aparelhos de saúde Health Device Profile (HDP) via Bluetooth, permitindo conexão sem fio a aparelhos médicos e sensores em hospitais e academias

No meu ponto de vista, o ponto que merece maior destaque é o Android Beam, que tende a colocar foco no NFC (Near Field Comunications, em português, comunicação por campo de proximidade), que permite a troca de informações entre aparelhos e dispositivos aproximando os mesmos. NFC é também a plataforma que deve despontar em breve para pagamentos mobile, permitindo utilizar o aparelho celular como cartão de débito / crédito.

Já para os desenvolvedores, as principais novidades são:

  • Novo framework de interface para telefones e tablets
  • API social
  • APIs para contatos, calendário e caixa postal visual
  • API para controle remoto de áudio
  • API de correção ortográfica
  • API NFC Android Beam
  • Widget ShareActionProvider permitindo integração com facilidade de
  • compartilhamento e interface na barra de ações

  • Acesso a instruções baixo nível de streaming multimídia
  • Recurso de foco contínuo na câmera e detecção de face
  • API Bluetooth Health Device Profile (HDP)
  • Aceleração de hardware para desenho 2D

E se você pretende desenvolver na nova versão da plataforma, o Google disponibiliza desde já o kit de desenvolvimento no endereço http://developer.android.com/sdk/android-4.0.html. Boa sorte!