Produtividade ou Improdutividade?

Oito horas da manhã. O celular vibra: é mais um grupo no WhatsApp para o qual você acaba de ser convidado. Sair do grupo já, não dá. Pega mal. Você então silencia por um ano. Porque se não silenciar, o telefone vai ficar tocando sem parar e você não vai saber quando é ou não pra olhar pra ver que tem uma mensagem importante.

Mesmo com o novo grupo silenciado, o telefone toca de novo, só que agora é o Telegram. Agora o Messenger do Facebook. Toca novamente, mas agora é o iMessage, uma mensagem do irmão. Você ia responder, mas pipocou outra mensagem, agora no Skype. Você ia responder, mas o Google Hangout apitou com uma mensagem de alguém do trabalho. Você ia responder, mas o telefone vibrou de novo. Agora o Slack, trocando mensagens com o cliente.

Você prefere mandar uma mensagem pelo WhatsApp porque ele diz que horas a pessoa esteve online pela última vez e ainda tem o tracinho azul pra você saber se ela leu. Mas dai ela não responde. Você tenta pelo Slack mas a bolinha verde indicando que se ela está online está apagada. Quem sabe mandar uma mensagem pelo Facebook? Também nada.

Será que tais ferramentas estão mesmo trazendo produtividade?

A importância das métricas certas

Blank Video Project

Muitas vezes durante reuniões de prospecção ou alinhamento com clientes ouço os famosos comentários:

“Olha a quantidade de likes dessa página no Facebook”
“Este vídeo tem mais de um milhão de visualizações”
“Esta foto no Instagram recebeu várias curtidas”

Para muitos, isto é métrica. Mas o fato é que não é. Este número não tem conexão direta com o engajamento de audiência.

Uma agência internacional resolveu fazer uma prova de conceito para jogar por terra esses argumentos. A Solve criou um vídeo completamente em branco e conseguiu mais de 100.000 views no YouTube. São 4 minutos de tela em branco. Não acredita? Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=RYMtNqiVMBI.

Canso de ver no mercado empresas e profissionais (até alguns “renomados”) citando views e likes como o Santo Graal. O experimento da Solve provou que até o menos criativo dos vídeos consegue viralizar – disse o CEO John Colasanti em uma entrevista.

O Blank Video Project foi divulgado como anúncio pre-roll no YouTube para a audiência norte-americana. Depois de 5 segundos podia ser pulado, e a agência foi cobrada quando um usuário assistiu a pelo menos 30 segundos do conteúdo. No final das contas, o vídeo gerou mais de 100.000 visualizações por um investimento de apenas USD 1,400 – foi exibido 227.819 vezes, o que significa que cerca de 46% assistiram a pelo menos 30 segundos. Segundo a Solve, a média assistida foi de 61% do vídeo, e 22% assistiram até o final. Como pode-se imaginar, muitas visualizações devem ter sido por engano – acontece quando você coloca para tocar uma playlist, por exemplo, e não permanece no computador –, e ainda assim esses números podem facilmente ser vendidos como prova de engajamento. Para a Solve, a moral da história é que as views são um falso indicador de sucesso e devem parar de ser um fetiche. “A eficiência criativa sempre foi difícil de medir”, diz John – “Muitos profissionais de marketing olham para as visualizações como uma forma rápida e fácil de indicar o poder de um conteúdo. Sozinhas, elas simplesmente não funcionam como métrica absoluta e crítica para medir e comparar a eficiência criativa”.

Então, que tal romper paradigmas comerciais e se preocupar e focar de fato em métricas reais? Conte com a ajuda da Um Publicidade para isso. Entre em contato comigo pelo e-mail renan.viegas@umpublicidade.com.br.

Confira o projeto de prova de conceito da Solve citado no texto acima – http://www.solve-ideas.com/portfolio/blank-video-project/

A queda do Facebook e a fábula da Integração Contínua

Erro no Facebook em 28/09/2015

Nesta segunda o Facebook apresentou problemas em várias partes do mundo, tendo problemas operacionais durante uma hora mais ou menos. Durante este período era comum visualizar a imagem acima e a imagem abaixo:

Erro no Facebook em 28/09/2015

Esta foi a segunda falha grave só no mês de Setembro. A empresa não emitiu nenhuma nota sobre o acontecido. Mas qual foi a causa?

Analisando os dados, vemos que não houve defacet ou qualquer outro sinal de invasão ou ataque hacker aparente. Com isso a tendência de um problema interno ganha força. O Facebook utiliza metodologias ágeis em sua equipe de desenvolvimento. Um dos itens adotados é a Integração Contínua (CI – Continuous integration), com deploy automático. Na teoria isto é lindo e perfeito, porém, no mundo real, existem variáveis que não são consideradas. Deploy 100% automatizado significa ter uma camada de risco no processo. Um código mal desenvolvido e mal testado desta maneira entra em produção direto, assim como qualquer mudança de código não autorizada realizada por algum hacker vai facilmente para produção. Não precisa ser nenhum expert em segurança para mapear este enorme risco.

Por atuar como consultor, costumo ter uma boa visão de mercado sobre a adoção de tecnologias das mais diversas em empresas de vários portes e segmentos. O que costumo ver são equipes que não possuem disciplina, derrapando no cumprimento de regras de processo fazendo com que a implantação de tal recurso ao fim tenha êxito duvidoso. Muitas destas seguem algum livro ou pseudo-guru e simplesmente não confrontam prós e contras de cada passo implementado.

Está implantando metodologias ágeis em sua empresa ou equipe? Não se deixe levar pela empolgação e moda. Sugiro que contrate algum consultor para validar os processos que devem ser implantados. Desta maneira você, sua equipe e a empresa terão mais assertividade e minimizarão riscos.

Posso lhe ajudar neste ponto. Entre em contato comigo pelo e-mail contato@renanviegas.com.br descrevendo sua demanda que enviarei um orçamento.

Reconhecimento facial – chegamos na perfeição?

Um tópico bastante interessante que vem sendo pesquisado desde a década de 80 é o reconhecimento facial. Até pouco tempo os sistemas de detecção possuiam falhas significativas porém, estudos recentes fizeram uma nova abordagem, dividindo o processo em quatro fases: detecção, alinhamento, representação e classificação. Seguindo esta nova linha, pesquisadores utilizaram uma base de 4.4 milhões de fotos para validar o algorítimo utilizado e conseguiram precisão de 97.25%, que significa uma diferença de apenas 0.25% para a precisão humana (97.50%).

O uso de Inteligência Artificial se mostra uma realidade constante nestes assuntos. A rede utilizada na pesquisa envolveu mais de 120 milhões de parâmetros, utilizando uma rede neural de 9 camadas representando modelos dimensionais. Através desta estrutura foi utilizada uma grande massa de dados para treinamento e teste, quando parâmetros foram ajustados, permitindo a eficácia encontrada.

Esta tecnologia é utilizada tanto por redes sociais como Facebook para identificar pessoas em fotos como por empresas que fornecem ferramentas de segurança, para identificação de indivíduos em imagens de câmera. A aplicabilidade é enorme e a cada dia nos deparamos com um novo uso.

Em um futuro breve teremos maior interatividade com aplicativos e equipamentos capazes de simular diferentes cortes, estilos e cores de cabelo, maquiagem e muitos outros com precisão jamais vista. Um “Big Brother” com mais recursos, permitindo governos e empresas monitorar em tempo real pessoas em ambientes com câmera, também fará parte da realidade dos próximos anos.

PDF do estudo:
DeepFace: Closing the Gap to Human-Level Performance in Face Verification

Facebook é o aplicativo mais utilizado no Brasil

Uma pesquisa recente sobre o comportamento de uso de usuários de smartphone confirmou algo que muitos suspeitavam: o aplicativo mais utilizado é realmente o Facebook. A pesquisa não levou em conta o tempo gasto no app, quesito no qual o Whatsapp é o vencedor absoluto, e sim a quantidade de pessoas que faziam uso da aplicação.

Mas como seu negócio pode aproveitar melhor o potencial desta rede social?

Ter uma página e realizar postagens periódicas é o mínimo que seu negócio precisa fazer para marcar sua presença social. Agora só isto não basta: promover integração e interatividade é a chave do sucesso. E neste ponto a Um Publicidade sabe muito bem como ajudar seu negócio. Integrar comentários da rede social em seu site, promover postagens e interação entre consumidores e sua marca ou produto é algo que traz muito resultado. Games e quiz são apenas dois exemplos quem tem sucesso certo na rede social.

Pagamentos e transferências de dinheiro pelo Google e Facebook?

De olho no crescente mercado financeiro e no Big Player PayPal, Google e Facebook estão fazendo movimentos buscando MarketShare no segmento. Tanto Facebook quanto Google tem uma vantagem enorme: sua base de usuários.

O Facebook está trabalhando em uma solução para permitir transferir recursos financeiros entre os usuários da rede social. O foco inicial é disponibilizar a funcionalidade diretamente no Messenger. A ferramenta permitirá cadastro de cartões de débito para a operação. A previsão de lançamento é para o segundo semestre de 2015 nos Estados Unidos.

Já o Google batizou o projeto de Pony Express. Os usuários poderão realizar pagamentos direto por sua conta de e-mail. As contas de empresas que aderirem ao serviço irão para uma pasta específica. O sistema permite o cadastramento de cartões de créditos e contas bancárias para poder efetuar tais pagamentos e transferências. Ainda não se sabe se o Google Wallet será aproveitado ou extinto. O serviço tem previsão de lançamento para o quarto trimestre de 2015 nos Estados Unidos.

Será que as soluções chegarão ao Brasil ainda este ano? Acho que não.

Anunciando na web Parte I – Facebook

Ter um site nos dias atuais é primordial para qualquer negócio, seja ele de venda de produtos / serviços ou institucional. Mas, como todos sabem, só ter um site é como ter um livro guardado no armário – se você não divulga seu site não terá visita alguma. Para marcar sua presença na web, além de construir um site bem elaborado você precisa divulgar o mesmo. Esta divulgação deve ser executada em vários canais, sempre deixando bem claro o endereço de seu site (URL).

Algumas empresas e profissionais, de forma amadora, acabam tentando realizar tais propagandas por iniciativa própria, e qual o resultado? Dinheiro jogado pelo ralo.

Nesta série de postagens vou analisar alguns desses casos. A primeira postagem é sobre publicidade no Facebook.

Empresas e profissionais sérios procuram traçar uma estratégia de divulgação e adequar filtros para o público que deseja atingir. Redes sociais tendem a ser uma ótima ferramenta de divulgação mas, fazer de forma amadora significa prejuízo e ainda pode ser trágico. Vamos a uns casos:

Villa St. Gallen

Conheço este estabelecimento e até gosto, logo em algum momento cheguei a clicar curtir na página da empresa no Facebook. Acontece que, navegando por minha timeline já me deparei várias vezes com o seguinte post patrocinado (leia-se post pago):

Propaganda da Villa St. Gallen no Facebook

Propaganda da Villa St. Gallen no Facebook

Como podem ver este é o típico caso de dinheiro jogado fora. Como eu já curti a página da empresa, esta exibição não tem propósito algum, pois não traz nenhuma informação relevante para o cliente e o empreendedor está gastando por esta exibição inútil.

Graph Search – O novo recurso do Facebook

Mark Zuckerberg comentando sobre...

Mark Zuckerberg, o fundador e frontman do Facebook anunciou na tarde de hoje (15/01/2013) em um evento o novo recurso de buscas da ferramenta: o Graph Search. Com isso a partir de agora usuários poderão pesquisar por palavras-chave e fazer consultas por posts e informações compartilhadas por outros usuários da rede. As pesquisas serão feitas por um algoritmo próprio do Facebook.

Mark Zuckerberg...

As buscas poderão ser feitas em forma de perguntas específicas à rede social, como por exemplo, quais amigos vivem em determinada cidade, quais fotos eu tirei com tal contato, quais restaurantes recomendados pelos meus colegas estão localizados na cidade em que estou.

Mark Zuckerberg ...

Ainda segundo Zuckerberg, que apresentou o evento em Menlo Park, também será possível combinar mais de uma pesquisa, como quais de seus amigos vivem no Rio de Janeiro e gostam de Futebol, por exemplo. A função foi criada pela dupla de engenheiros Tom Stocky e Lars Rasmussen.

Mark Zuckerberg ...

Diferentemente de uma busca comum na internet, ele não fornecerá links diretos para as pesquisas feitas dentro da rede social, mas usará as preferências e posts dos contatos do usuário para chegar a respostas. Por exemplo, numa busca sobre um restaurante chinês, os resultados serão a partir de locais onde os contatos do usuário fizeram check-in. A busca por uma música ou game seguirá lógica semelhante. Cada pesquisa feita na nova ferramenta terá sua própria configuração de privacidade e a maioria do conteúdo não é público.

A Graph Search estará em constante mudança, com 1 bilhão de usuários, 240 bilhões de fotos, e 1 trilhão de conexões dentro do Facebook, que crescem aos trilhões todos dias.

No momento, a Busca Social está disponível somente em inglês, e o usuário poderá pesquisar apenas um limitado conjunto de conteúdo no Facebook. Publicações e ações do Open Graph (por exemplo, reproduções de músicas) não estão disponíveis, e a equipe de desenvolvimento vai trabalhar para expandir os parâmetros nos próximos meses. Resta saber o que será disponibilizado pela API para Apps e Páginas.