A difícil arte de empreender no Brasil

Como consultor de negócios costumo atender, além de empresários já estabelecidos, pessoas físicas buscando informações, dados e validando modelos comerciais. Quando me deparo com um aspirante a empreendedor procuro inicialmente mapear meu cliente. Faço uma bateria de perguntas que me ajudam a traçar o perfil da pessoa e do negócio que pretender criar. Em alguns casos, já em poucas horas de consultoria, posso interromper o processo e alertar o cliente que ele não tem um perfil empreendedor. Que, para ter sucesso em sua empreitada, ele terá de mudar seu comportamento.

Empreender não é apenas ter dinheiro ou conhecimento em um segmento. Você pode ser um expert no que trabalha mas, se não estiver preparado para aprender e apanhar para obter experiência em toda a logística multidisciplinar que um negócio demanda, sua chance de fracasso é enorme.

Ter seu próprio negócio é trabalhar 90 horas semanais para não ter que trabalhar as 40 que trabalharia como funcionário. É estar disposto a não ter folgas nem férias durante um bom período.

Além de todos fatores listados acima, que são os mesmos desafios enfrentados por empreendedores no mundo inteiro, no Brasil ainda temos alguns complicadores: burocracia, leis trabalhistas ultrapassadas, judiciário lento e carga tributária alta.

Costumo dizer que o empresário Brasileiro é um dos mais bem preparados do mundo.

Vejamos as razões:

– Alugar um escritório, galpão ou uma loja sem saber se amanhã a região no entorno será segura. Sem política de segurança pública e com criminalidade crescente, o ponto comercial pode ir do sucesso ao fracasso em semanas;
– Esperar até três meses para obter um simples alvará de funcionamento (enquanto isso não pode funcionar e tem que arcar com despesas de locação sem ter receita);
– Gerar empregos através de uma lei que inviabiliza modelos de trabalho alternativos, com um sobrecusto de até 132% sobre o valor líquido que o funcionário recebe;
– Pegar um financiamento, com a maior taxa de juros do mundo, e arriscar seu pescoço em uma economia instável;
– Comprar insumos para produzir importados com câmbio flutuante;
– Receber e entrega insumos e produtos com atraso por problemas estruturais do país, como estradas esburacadas, falta de uma malha ferroviária e empresa de correios ineficiente;
– Ter sua produção paralisada por quase 20 dias no ano por causa de feriados municipais, estaduais e federais (fora os dias enforcados);
– Ver seu negócio ir do lucro ao prejuízo por barbeiragens econômicas governamentais que fazem o custo da energia subir mais de 60% em 6 meses;
– Ter interrupções inesperadas em sua infraestrutura de comunicações (telefonia fixa, móvel e internet) por concessões públicas executadas com má qualidade por fornecedores;
– Aguardar até 10 anos para que uma simples questão judicial seja resolvida;
– Engolir que o governo vai levar 30-60% do preço que seu produto ou serviço foi vendido sem ter te ajudado em nada;

Empreender não e para qualquer um! Empreender no Brasil é para herói!

Se você está preparado para encarar este desafio, entre em contato comigo. Minha consultoria pode lhe ajudar a conseguir vencer.

E-commerce – o panorama Brasileiro

O Brasil é um dos países que o e-commerce teve penetração mais rápida. Uma prévia que tive acesso dos números de uma pesquisa de 2015 revela que a penetração do e-commerce atinge 71% dos consumidores brasileiros. Dos entrevistados, 45% dizem ter feito alguma aquisição pela internet, de produto ou de serviço, durante o último mês.

A pesquisa destaca que os usuários nacionais de sites de e-commerce buscam preços competitivos (71%), grande variedade de produtos (42%), processo de checkout simples e baixo custo de transporte e impostos (35%). Para os brasileiros, o baixo preço (59%) e a praticidade e agilidade no processo de pagamento (56%) são os principais atrativos para comprarem pelo e-commerce. Este último fator obteve um índice muito parecido de um estudo divulgado recentemente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), em que 54,46% dos paulistanos apontaram a praticidade como o principal diferencial do comércio eletrônico.

As principais razões que influenciam os consumidores a abandonar os carrinhos de compra são: custos de frete, 53%, taxas e impostos adicionais para a entrega, 48%, e tempo de entrega, 45%.

As categorias de produtos mais buscadas são livros, 63%, hardware e software, 59%, e eletrônicos de consumo, 66%. A categoria de vestuário vem crescendo, saltando de 11% para 17% nesta recente pesquisa.

Quando questionados sobre as suas preferências no recebimento de informações sobre novos produtos, promoções e outras ofertas de varejistas/marcas, 72% dos brasileiros optaram para que a comunicação se realizasse via e-mail. Apesar disso, 16% ainda preferem o recebimento de informações em catálogos ou por mala direta, indicando que o correio também é um canal muito atrativo para os varejistas online.

Em parte credito esta ascensão a morosidade, burocracia e custos envolvidos no processo de abertura e manutenção de uma loja física em qualquer cidade do país. O comércio de rua e shopping ainda são importantes, mas o e-commerce consolidou-se como um player essencial para empresas nacionais.

A Um Publicidade, minha empresa, presta consultoria desde o processo de pesquisa até o acompanhamento de uma operação de um e-commerce. Identificamos seu perfil de consumidor digital, mapeamento demandas de produtos, definimos processos e selecionamos as melhores, mais adequadas ferramentas e fornecedores para o porte de seu negócio. Vamos bater um papo? Entre em contato conosco pelo e-mail contato@umpublicidade.com.br.

Xiaomi finalmente inicia as vendas no Brasil

Xiaomi

Em abril noticiei aqui em meu blog a chegada da Xiaomi no Brasil (http://www.renanviegas.com.br/blog/fabricante-xiaomi-iniciara-as-vendas-no-brasil-em-breve/). No dia 7 de Julho a empresa começa a realizar vendas através de seu site.

A empresa promete uma revolução no mercado, oferecendo produtos com alto poder de processamento e ótimas configurações por preços muito competitivos. Um dos modelos mais famosos, o Redmi 2, será vendido por R$ 499,00, valor que é menos de um terço de produtos similares de concorrentes com a especificação parecida.

Será que Hugo Barra vai conseguir bater de frente com a Apple e a Samsung? Aguardemos os próximos capítulos!

Tecnologia – Sua maior aliada, principalmente em tempos de crise

gestao-de-crise

Vivemos um cenário de crise econômica. Várias empresas estão realizando cortes em seu orçamento e enxugando equipes. Nestes momentos alguns investimentos erroneamente são afetados, ocasionando baixa nas vendas. Inovação e marketing são algumas das áreas mais importantes nestes tempos. Elas são áreas essenciais para o processo de comercialização, portanto devem receber grande foco. A tecnologia é a principal aliada neste caso.

Análise comportamental

Acompanhar o comportamento do consumidor quando exposto ao seu produto é tendência. Algumas empresas já fornecem ferramentas para esta análise, mapeando expressões e fornecendo dados que ajudam a monitorar a experiência de seu consumidor com o produto.

O pequeno vídeo abaixo ilustra uma solução de uma empresa chamada Affectiva:

https://www.youtube.com/watch?v=mFrSFMnskI4

Interatividade

Já consolidada no mercado externo mas ainda muito pouco difundida no Brasil, as tecnologias interatividade proporcionam uma experiência completa para seu potencial cliente. Exibir vídeos, iluminar áreas, emitir som, são apenas algumas das mais básicas interações que sua empresa pode proporcionar a seu cliente no momento da compra. Estas ações podem ser disparadas por proximidade, tempo, ou qualquer outro evento que compor a apresentação de seu produto. A Um Publicidade possui alguns vídeos exemplo de aplicações, como o exemplo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=k192QfFZEog

Então, não acha que está na hora de sua empresa inovar? Entre em contato com a Um Publicidade. Certamente encontraremos uma boa altenativa com custo compatível com seu orçamento.

Um Publicidade
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Fabricante Xiaomi iniciará as vendas no Brasil em breve

A Xiaomi, empresa Chinesa que já é o terceiro maior player no mercado de SmartPhones, está estruturando sua operação no Brasil. Registrada em maio no país com a razão social Xiaomi do Brasil Tecnologia Ltda, a empresa está com escritório na Vila Olímpia, zona sul da cidade de São Paulo. A fabricante teve seu primeiro smartphone homologado pela Anatel, o Redmi Note 4G. Oficialmente esta é a última barreira no processo de venda de aparelhos no país.

O certificado de conformidade técnica mostra que o Redmi Note 4G é compatível com o 4G usado pelas operadoras brasileiras e deverá ser fornecido com um potente carregador de 2 Amperes para encher a bateria de 3.200 mAh. O documento mostra apenas uma unidade fabril localizada na China, portanto, pelo menos no início, ele não deverá ganhar o benefício fiscal do governo para aparelhos com produção nacional. Porém linhas de produção da Foxconn, que tem fábricas em Manaus, Jundiaí (SP) e Indaiatuba (SP), já estão sendo adaptadas para a produção nacional.

Site em construção aberto para acesso

Site da Xiaomi no Brasil em 08/04/2015

Acessando a URL http://br.mi.com é possível ver um site em construção, com vários textos e produtos de exemplo, links que não funcionam, entre outros. Inclusive os dados da empresa não estão completos, como se pode ver na imagem abaixo:

http://br.mi.com em 08/04/2015

A tomar pela atitude de deixar um site em desenvolvimento aberto para acesso (prática amadora, consequente normalmente de baixo custo de contratação de fornecedores) existe o risco da fama negativa de produtos chineses afetarem em parte as vendas.

No ano passado, a Xiaomi contratou o brasileiro Hugo Barra, então vice-presidente para Android do Google, como seu vice-presidente global. O executivo lidera a expansão do negócio para outros dez países, entre eles o Brasil.

Conseguirá a empresa garantir uma alta penetração no mercado Brasileiro?

Facebook é o aplicativo mais utilizado no Brasil

Uma pesquisa recente sobre o comportamento de uso de usuários de smartphone confirmou algo que muitos suspeitavam: o aplicativo mais utilizado é realmente o Facebook. A pesquisa não levou em conta o tempo gasto no app, quesito no qual o Whatsapp é o vencedor absoluto, e sim a quantidade de pessoas que faziam uso da aplicação.

Mas como seu negócio pode aproveitar melhor o potencial desta rede social?

Ter uma página e realizar postagens periódicas é o mínimo que seu negócio precisa fazer para marcar sua presença social. Agora só isto não basta: promover integração e interatividade é a chave do sucesso. E neste ponto a Um Publicidade sabe muito bem como ajudar seu negócio. Integrar comentários da rede social em seu site, promover postagens e interação entre consumidores e sua marca ou produto é algo que traz muito resultado. Games e quiz são apenas dois exemplos quem tem sucesso certo na rede social.

Que tal ligações grátis? Aproveite, pois é por pouco tempo

Poucos dias após o WhatsApp (comprado pelo Facebook por US$ 16 bilhões) anunciar que vai liberar ligações telefônicas entre usuários do aplicativo, o concorrente Viber contra-atacou e liberou a partir de hoje, dia 25 de Fevereiro, chamadas telefônicas para qualquer telefone fixo gratuitamente no Brasil.

Mas a iniciativa tem tempo limitado: duas semanas. Caso o volume de mensagens de texto cresça 25%, a empresa promete alongar a promoção por mais uma semana.

Viber
Grátis, em português, para Android e IOS (iPhone)
IOS – https://itunes.apple.com/us/app/viber/id382617920?mt=8
Android – https://play.google.com/store/apps/details?id=com.viber.voip

Novo player no mercado de comparação de preços: Google Shopping

Um novo player promete sacudir o mercado de sites de comparação de preços em lojas de e-commerce de varejo: o Google Shopping. A empresa lançou nesta quarta-feira a versão brasileira do serviço, a primeira em terras latino-americanas. O portal, que chega adaptado às características do varejo nacional (o Brasil é o único país do mundo onde o usuário pode consultar o preço parcelado dos produtos), possui como diferencial a interface simples e rápida.

O serviço faz frente ao maior player do mercado nacional: o Buscapé. Em todo o mundo, o Google Shopping possui mais de 200 mil empresas de e-commerce cadastradas e mais de um bilhão de produtos listados, segundo informou a companhia.

Qualquer site de comércio eletrônico que quiser exibir seus produtos entre os resultados pode se cadastrar gratuitamente, mas estará sujeito a aprovação da Google.

Conheça já o serviço acessando: http://www.google.com.br/prdhp.