A compra da Pebble pela Fitbit e a mancha no financiamento coletivo

Depois de rumores publicados pela Bloomberg no dia 7 de Dezembro, um dia após a transação foi confirmada por ambos players (https://www.bloomberg.com/news/articles/2016-12-07/pebble-said-to-discuss-selling-software-assets-to-fitbit). Claramente foi uma operação para matar a Pebble, já que era um player que estava atrapalhando as vendas da Fitbit, e somente os ativos de software foram negociados.

A notícia veio como uma bomba para o mercado de Crowdfunding, já que a Pebble surgiu a partir de um financiamento coletivo pelo Kickstarter e um segundo produto da mesma empresa também estava sendo comercializado pela plataforma. Acontece que o suporte para o produto foi encerrado, assim como sua garantia e as compras do novo modelo foram suspensas e o valor só será devolvido ano que vem.

Localiza + Hertz = Big Player

O mercado de locações de veículos ganha um novo Big Player com a aquisição da Hertz pela Localiza. A Localiza já detinha o título de maior market share, seguida pela recém adquirida Hertz. Com isso 48% do mercado ficam em poder da Localiza a partir de agora.

Distribuição das locadoras no território Brasileiro

Movida, Unidas e outros players de menor porte provavelmente terão maior dificuldade de crescimento com a consolidação de mercado. Apesar disso, a tendência de um crescimento na base de clientes, com a diminuição de compra de veículos tende a equilibrar os números futuros e abrir espaço para expansão de todas as empresas.

As ações da empresa responderam bem ao movimento.

localiza

O novo problema do e-commerce: e-Sedex

Os Correios vão extinguir o serviço e-Sedex a partir de 1º de janeiro de 2017. A notícia pegou o e-commerce de surpresa. O e-Sedex é considerado a principal alternativa para entrega rápida de encomendas no varejo online.

A consequência direta é o aumento de preços no frete e uma redução da qualidade. Quem vai pagar essa conta com os varejistas será o consumidor final. Com isso teremos também uma concentração de mercado, reduzindo o espaço dos pequenos sites. Hoje, sem uma média de cem entregas por dia, você não consegue ter acesso a uma transportadora privada. O fim do e-Sedex prejudica muito os pequenos e médios empreendedores.

Segundo estimativas da ABComm, o preço do frete representa de 6% a 12% do valor pago de um produto adquirido pela web. Quanto menor é a loja virtual, maior o peso do custo da entrega. Sem volume para negociar o frete com transportadoras, o preço pago pelos pequenos empresários é parecido com o cobrado das pessoas físicas.

Preparado para encarar esta nova realidade?

O fracasso dos SmartWatches

Passados alguns anos do lançamento dos primeiros SmartWatches, parece que o mercado deste tipo de produto não vingou. O Android Wear, sistema operacional da Google desenvolvido para os relógios de pulso, vendeu poucas unidades. A plataforma da Apple também não emplacou.

A maioria dos equipamentos não é um dispositivo autônomo. Suas funcionalidades são em grande parte completadas pelo processamento de um Smartphone. Isso faz com que os smartwatches se tornem acessórios pouco úteis, pois deixam de ser inteligentes para se tornarem apenas uma extensão cara dos celulares.

A falta de características inovadoras e recursos que realmente fazem o usuário reconhecer o dispositivo como algo essencial não fazem dele um dispositivo arrasador. As funções que realmente chamam a atenção já estavam presentes em pulseiras fitness.

E, para completar, um grande vilão dessa tecnologia é a bateria. Relógios normais levam anos para se precisar trocar a bateria, enquanto os smarts, precisam ir para tomada praticamente todo dia.

Huawei e LG, que também tentaram entrar nesse mercado já desistiram. Motorola parece ser a próxima. E a Apple?

Vulnerabilidade em sites de clientes da Wix.com permite invasão hacker

O site de seu negócio está hospedado no Wix.com? Melhor ler com muita atenção a informação abaixo:

Hoje a publicação InfoWorld noticiou que pesquisadores identificaram uma vulnerabilidade que permite que hackers incluam códigos maliciosos em todos os sites da plataforma Wix.com (clique aqui para ver a notícia). O problema afeta tanto sites simples como sites de ecommerce.

A falha grave não está recebendo a devida atenção pela equipe da empresa, que não tem tomado as providências necessárias para solução. Na matéria publicada inclusive listam que tentaram contato com o suporte da empresa que simplesmente ignorou o e-mail.

Lembre-se: O barato muitas vezes sai é muito caro!

Venha para a Um Publicidade e fuja deste tipo de problema! Entre em contato direto comigo:
Renan Viegas
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Celular: (21) 98374-8413

Como você controla suas vendas?

As melhores práticas de mercado consistem em implementar, analisar e seguir processos para desempenhar da melhor forma a venda de seu produto ou serviço. Acontece que, principalmente para o pequeno negócio e para os novos empresários, nem sempre o correto mapeamento e definição de processos é realizado.

Qualquer negócio para crescer precisa vender. E é justamente nesse ponto que muitos erram sem perceber. Dedicam enorme atenção para a criação de um produto ou serviço mas não dão a devida atenção ao acompanhamento de vendas.

Como você controla suas vendas?

Durante uma pesquisa que a Um Publicidade realizou com pequenos empresários, identificamos que em mais de 80% dos casos não existia um real controle de vendas. Anotações em papel, pequenos tickets e outros recursos bem limitados e sujeitos a falhas eram as soluções adotadas pela maioria dos gestores. Menos de 5% possuíam algum tipo de histórico de vendas.

Os números demonstraram que estes gestores precisam se mover, e de forma rápida, para poder galgar novos patamares.

Existem soluções no mercado para controlar vendas, algumas inclusive sem custo, porém a maioria peca por adicionar complexidade desnecessária no processo de vendas do pequeno negócio, desencorajando a adesão.

Foi pensando nestas dificuldades que desenvolvi o Venda e Controle – um software simples e objetivo que tem como função propiciar o correto controle de suas vendas de maneira prática e eficiente.

Então, vai continuar anotando as vendas em um bloquinho? Usar aquela planilha? Evolua e facilite o caminho de crescimento de seu negócio!

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Renan Viegas
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Todos vendem comida!

O que faz um restaurante, food truck ou coletivo gastronômico ter mais sucesso do que outros?

Muitas vezes, desde fast foods até refinados restaurantes, os ingredientes são iguais ou bem similares. Alguns fornecedores são até os mesmos! Então, onde está a diferença?

Vender comida é muito mais do que vender comida.

Quando um cliente busca uma refeição, ele está buscando mais que o simples produto, ele busca uma nova experiência, do atendimento a embalagem, do sorriso no rosto do atendente ao programa de fidelidade.

Tudo isto faz parte do pacote. O pacote experiência do consumo. Seja em uma praça de alimentação, em um restaurante ou em um evento gastronômico, é este pacote – chamado atendimento – que faz a diferença e que fará o consumidor se fidelizar a sua marca.

Por isto, quando você estiver pensando em vender comida, pense além da carne do hamburguer ou do feijão no prato, lembre-se que a experiência engloba um bom produto – sem dúvida, uma embalagem bacana, um sorriso no rosto e todo um planejamento.

A Um Publicidade pode ajudar no planejamento de seu negócio. Entre em contato comigo e vamos agendar uma conversa.

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Produtividade ou Improdutividade?

Oito horas da manhã. O celular vibra: é mais um grupo no WhatsApp para o qual você acaba de ser convidado. Sair do grupo já, não dá. Pega mal. Você então silencia por um ano. Porque se não silenciar, o telefone vai ficar tocando sem parar e você não vai saber quando é ou não pra olhar pra ver que tem uma mensagem importante.

Mesmo com o novo grupo silenciado, o telefone toca de novo, só que agora é o Telegram. Agora o Messenger do Facebook. Toca novamente, mas agora é o iMessage, uma mensagem do irmão. Você ia responder, mas pipocou outra mensagem, agora no Skype. Você ia responder, mas o Google Hangout apitou com uma mensagem de alguém do trabalho. Você ia responder, mas o telefone vibrou de novo. Agora o Slack, trocando mensagens com o cliente.

Você prefere mandar uma mensagem pelo WhatsApp porque ele diz que horas a pessoa esteve online pela última vez e ainda tem o tracinho azul pra você saber se ela leu. Mas dai ela não responde. Você tenta pelo Slack mas a bolinha verde indicando que se ela está online está apagada. Quem sabe mandar uma mensagem pelo Facebook? Também nada.

Será que tais ferramentas estão mesmo trazendo produtividade?

4 razões para terceirizar demandas de tecnologia na pequena empresa

Toda empresa tem demandas de TI, desde uma simples consultoria pontual até o controle de seu parque tecnológico, gestão de backup, segurança, rede, desenvolvimento de sistemas, aplicativos, integrações, site, gestão de redes sociais, etc. Cada negócio tem suas necessidades e prioridades específicas, mas todas estas demandas listadas precisam ser planejadas e executadas, seja por um ou mais profissionais internos ou por um consultor ou empresa externos.

Abaixo listo 4 principais vantagens da terceirização de demandas e equipes:

1 – Redução de custos

Ter uma equipe de TI é algo incompatível com o orçamento da maioria das pequenas empresas. O custo de uma equipe própria e capacitada não é viável. A verdade é que um “assistente” (o famoso cara da informática) não dá conta do recado e, para ter uma equipe com gerentes e especialistas, é necessário investir em bons salários. Além dos custos com folha de pagamento, encargos trabalhistas e afins, ainda é preciso ter conhecimento para efetuar as contratações e manter esses funcionários na equipe.

A terceirização de TI apresenta um custo muito mais acessível, uma vez que a contratação, pagamentos e encargos ficam sob responsabilidade da empresa contratada. O cliente preocupa-se apenas com a execução do serviço, e o trabalho funciona como se a equipe fosse própria.

Em muitos dos casos não é nem necessário ter uma equipe de profissionais internos terceirizados pra isso, e sim contratos com consultores ou empresas de tecnologia que atendam tais demandas.

2 – Controle dos serviços

Contratando os serviços de um consultor você tenha uma visão completa e precisa. Relatórios frequentes dos serviços executados, de desempenho, do estado dos equipamentos (redes, hardware, software, telefonia) permitem que os gestores e responsáveis da empresa tenham um controle total. Este controle praticamente nunca é apresentado por funcionários próprios, seja por falta de comprometimento ou mesmo pelos gestores da empresa não terem conhecimento suficiente sobre indicadores e métricas.

3 – Know-how de especialistas

Uma empresa costuma utilizar diferentes tecnologias e sistemas, de diferentes marcas e fabricantes, que necessitam diferentes conhecimentos. Imagine o custo de um funcionário especialista para cada segmento da TI? Além do know-how em diferentes tecnologias, uma empresa terceirizada contratada tem o compromisso de capacitar e reciclar os conhecimentos da equipe constantemente, o que aumentaria bruscamente os custos para uma empresa caso a equipe fosse própria.

4 – Garantia de qualidade

A terceirização de TI pode englobar desde demandas pontuais até o gerenciamento de diversos serviços vitais para o negócio, como e-mails, sistemas operacionais, backups, contingência, segurança de dados, entre outros. Ao garantir o funcionamento e continuidade desses serviços, a empresa ou consultor que terceiriza a TI garante um SLA para reestabelecimento da operação, em caso de falhas, dentro de um determinado prazo – compromisso esse praticamente nunca assegurado por uma equipe de TI própria.

No caso de demandas pontuais esta vantagem é ainda mais destacada, pois normalmente pagamentos são atrelados a entregas e na maioria dos casos ainda são fornecidas garantias extras.

Pequenas empresas precisam reverem seus conceitos e buscarem um consultor ou uma empresa para terceirizar suas demandas de tecnologia.

É sócio ou trabalha em uma pequena empresa? Que tal começar por uma consultoria pontual para levantar seu atual panorama? Vamos agendar uma reunião ou mesmo uma teleconferência para conversar sobre isso? Abaixo meus contatos:


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Governo decreta o fim do e-commerce de pequeno porte

O caminho natural de todo negócio que deseja romper fronteiras é sem dúvida alguma a Internet. Nela você aparece para um enorme público consumidor e consegue escalabilidade de vendas de maneira rápida (se bem trabalhada, claro).

Mas nem tudo são flores. O ano de 2016 trouxe junto uma nova regra comercial imposta pelo governo que complica bastante a operação de e-commerce: o Convênio ICMS 87/2015. Desde primeiro de janeiro de 2016 a nova tributação está em vigor, portanto, para venda para consumidor final não contribuinte do ICMS a alíquota de destaque em documento fiscal será a alíquota interestadual (7,00% para as Regiões Norte, Nordeste, Centro Oeste, e Espirito Santo – 12% para as Regiões Sul, e Sudeste), e a diferença entre a alíquota interestadual e a alíquota interna do estado de destino deverá ser partilhada entre os estados de origem e destinatário da mercadoria na seguinte proporção:

  • Em 2016: 40% Destino 60% Origem
  • Em 2017 60% Destino 40% Origem
  • Em 2018 80% Destino 20% Origem

A partir de 2019 100% recolhido ao estado de Destino.

Vale lembrar que nas vendas para contribuinte do ICMS este será o responsável em recolher a diferença entre as alíquotas do estado de origem e destinatário para o fisco local (Estado onde estiver estabelecido) sem partilhar o recolhimento, ou seja, 100% para o estado de destino.

Vamos a alguns exemplos:

01) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto Nacional
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP

02) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
Empresa de Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*0% = R$ 0,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP (Aguardar decisão estadual sobre o recolhimento)
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

03) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto Nacional
Empresa do SIMPLES NACIONAL
Alíquota Interestadual 12%
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*1,25% [considerando que a empresa está na primeira faixa do Anexo I da LC 123] = R$ 12,50
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 0,00 ao estado de ORIGEM SP (Não devido)
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

04) Venda de SP para não contribuinte do ICMS no RJ
Produto IMPORTADO (Com similar Nacional)
Empresa do Lucro Real/Lucro Presumido
Alíquota Interestadual 12% (Aguardar decisão Estadual – 04% ou 12%)
Alíquota Interna RJ 19%
Valor da Venda R$ 1.000,00
Data da venda 10/01/2016
ICMS DA OPERAÇÃO (Devido ao estado de Origem na apuração do mês) R$ 1.000,00*12% = R$ 120,00
ICMS PARTILHADO R$ 1.000,00*7% (19%-12%= 7%) = R$ 70,00 Sendo:
R$ 70,00*60% = R$ 42,00 ao estado de ORIGEM SP
R$ 70,00*40% = R$ 28,00 ao estado de DESTINO RJ

Até aí temos um complicador sistêmico, que pode ser resolvido com ajustes na ferramenta de e-commerce utilizada. Acontece que não é tão simples assim. Além de causar uma natural elevação dos preços, pelo fato que pra não praticar preços diferentes por estado, a maioria dos gestores vai optar por utilizar a taxa mais alta, existe ainda um complicador operacional. O recolhimento do imposto deve ser efetuado por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE ou outro documento de arrecadação, de acordo com a legislação de cada estado. Ou seja, se você vendeu um produto para cada estado terá que acessar sistemas de estados diferentes para gerar a guia para pagamento. Com isso o processo operacional de qualquer pedido se torna lento e trabalhoso, pois a maioria dos estados não possui meios de interação sistêmica para geração e pagamento de tais guias, trazendo um complicador crucial para operação do pequeno empreendedor.

Para variar o governo brasileiro está praticamente matando o pequeno e-commerce. Os custos operacionais para cumprir tal legislação tornam a operação inviável. Levando em conta que ainda estamos em um período de crise, esta medida é completamente absurda.

Foi dada a largada para uma nova leva de demissões e falência de pequenos negócios.