Seu Android foi Hackeado?

Qualquer um que possua uma versão antiga do Android pode estar infectado com o Malware Gooligan. Dados apontam que mais de 13.000 aparelhos com Android são infectados por este Malware todos os dias, colocando em risco dados privados de mais de 1 milhão de usuários.

Aplicativos baixados da Play Store que estão invectados exibem propagandas e links que permitem os hackers acessar dados do Gmail, Drive e Photos. Algumas denúncias apontam que também são realizadas compras na Play Store e postagem de reviews na mesma.

Qualquer usuário que utilize um equipamento (celular ou tablet) que rode Android nas versões 4 e 5 — incluindo Jelly Bean, KitKat e Lollipop — possuem grande risco. Levantamentos indicam que estas versões respondem por 75% dos equipamentos Android em uso.

Uma empresa chamada Check Point desenvolveu uma ferramenta para checar se a conta Google está na lista de contas infectadas. Para verificar, acesse: https://gooligan.checkpoint.com/

Vulnerabilidade em sites de clientes da Wix.com permite invasão hacker

O site de seu negócio está hospedado no Wix.com? Melhor ler com muita atenção a informação abaixo:

Hoje a publicação InfoWorld noticiou que pesquisadores identificaram uma vulnerabilidade que permite que hackers incluam códigos maliciosos em todos os sites da plataforma Wix.com (clique aqui para ver a notícia). O problema afeta tanto sites simples como sites de ecommerce.

A falha grave não está recebendo a devida atenção pela equipe da empresa, que não tem tomado as providências necessárias para solução. Na matéria publicada inclusive listam que tentaram contato com o suporte da empresa que simplesmente ignorou o e-mail.

Lembre-se: O barato muitas vezes sai é muito caro!

Venha para a Um Publicidade e fuja deste tipo de problema! Entre em contato direto comigo:
Renan Viegas
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Celular: (21) 98374-8413

Preparado para as mudanças na busca do Google?

Constantemente o Google promove mudanças em seu sistema de busca. Estas mudanças vão desde os critérios para posicionamento de um site no buscador até detalhes de como o resultado da busca é apresentado.

No ano passado passaram a dar prioridade a sites que possuam versão mobile. Pouco tempo depois passaram a considerar o tempo de carregamento como fator de peso, sendo 2 segundos o tempo chave para sites de e-commerce.

Falando da apresentação dos resultados, recentemente entrou em produção um novo recurs de exibição chamado Galeria. Os sites que possuem receitas, avaliações, eventos e produtos podem disponibilizar dados que são utilizados por este recurso para a exibição conforme a imagem acima deste texto.

Manter sempre seu site atualizado com todos os recursos disponíveis no Google significa estar sempre na frente de seus concorrentes. Quem está na vanguarda aproveita as novidades e ganha destaque nos resultados, consequentemente aumentando sua visitação.

Então, pronto para manter seu site constantemente atualizado com as mudanças? Não? Entre em contato com a Um Publicidade ou diretamente comigo:

Renan Viegas
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A importância das métricas certas

Blank Video Project

Muitas vezes durante reuniões de prospecção ou alinhamento com clientes ouço os famosos comentários:

“Olha a quantidade de likes dessa página no Facebook”
“Este vídeo tem mais de um milhão de visualizações”
“Esta foto no Instagram recebeu várias curtidas”

Para muitos, isto é métrica. Mas o fato é que não é. Este número não tem conexão direta com o engajamento de audiência.

Uma agência internacional resolveu fazer uma prova de conceito para jogar por terra esses argumentos. A Solve criou um vídeo completamente em branco e conseguiu mais de 100.000 views no YouTube. São 4 minutos de tela em branco. Não acredita? Veja aqui: https://www.youtube.com/watch?v=RYMtNqiVMBI.

Canso de ver no mercado empresas e profissionais (até alguns “renomados”) citando views e likes como o Santo Graal. O experimento da Solve provou que até o menos criativo dos vídeos consegue viralizar – disse o CEO John Colasanti em uma entrevista.

O Blank Video Project foi divulgado como anúncio pre-roll no YouTube para a audiência norte-americana. Depois de 5 segundos podia ser pulado, e a agência foi cobrada quando um usuário assistiu a pelo menos 30 segundos do conteúdo. No final das contas, o vídeo gerou mais de 100.000 visualizações por um investimento de apenas USD 1,400 – foi exibido 227.819 vezes, o que significa que cerca de 46% assistiram a pelo menos 30 segundos. Segundo a Solve, a média assistida foi de 61% do vídeo, e 22% assistiram até o final. Como pode-se imaginar, muitas visualizações devem ter sido por engano – acontece quando você coloca para tocar uma playlist, por exemplo, e não permanece no computador –, e ainda assim esses números podem facilmente ser vendidos como prova de engajamento. Para a Solve, a moral da história é que as views são um falso indicador de sucesso e devem parar de ser um fetiche. “A eficiência criativa sempre foi difícil de medir”, diz John – “Muitos profissionais de marketing olham para as visualizações como uma forma rápida e fácil de indicar o poder de um conteúdo. Sozinhas, elas simplesmente não funcionam como métrica absoluta e crítica para medir e comparar a eficiência criativa”.

Então, que tal romper paradigmas comerciais e se preocupar e focar de fato em métricas reais? Conte com a ajuda da Um Publicidade para isso. Entre em contato comigo pelo e-mail renan.viegas@umpublicidade.com.br.

Confira o projeto de prova de conceito da Solve citado no texto acima – http://www.solve-ideas.com/portfolio/blank-video-project/

A queda do Facebook e a fábula da Integração Contínua

Erro no Facebook em 28/09/2015

Nesta segunda o Facebook apresentou problemas em várias partes do mundo, tendo problemas operacionais durante uma hora mais ou menos. Durante este período era comum visualizar a imagem acima e a imagem abaixo:

Erro no Facebook em 28/09/2015

Esta foi a segunda falha grave só no mês de Setembro. A empresa não emitiu nenhuma nota sobre o acontecido. Mas qual foi a causa?

Analisando os dados, vemos que não houve defacet ou qualquer outro sinal de invasão ou ataque hacker aparente. Com isso a tendência de um problema interno ganha força. O Facebook utiliza metodologias ágeis em sua equipe de desenvolvimento. Um dos itens adotados é a Integração Contínua (CI – Continuous integration), com deploy automático. Na teoria isto é lindo e perfeito, porém, no mundo real, existem variáveis que não são consideradas. Deploy 100% automatizado significa ter uma camada de risco no processo. Um código mal desenvolvido e mal testado desta maneira entra em produção direto, assim como qualquer mudança de código não autorizada realizada por algum hacker vai facilmente para produção. Não precisa ser nenhum expert em segurança para mapear este enorme risco.

Por atuar como consultor, costumo ter uma boa visão de mercado sobre a adoção de tecnologias das mais diversas em empresas de vários portes e segmentos. O que costumo ver são equipes que não possuem disciplina, derrapando no cumprimento de regras de processo fazendo com que a implantação de tal recurso ao fim tenha êxito duvidoso. Muitas destas seguem algum livro ou pseudo-guru e simplesmente não confrontam prós e contras de cada passo implementado.

Está implantando metodologias ágeis em sua empresa ou equipe? Não se deixe levar pela empolgação e moda. Sugiro que contrate algum consultor para validar os processos que devem ser implantados. Desta maneira você, sua equipe e a empresa terão mais assertividade e minimizarão riscos.

Posso lhe ajudar neste ponto. Entre em contato comigo pelo e-mail contato@renanviegas.com.br descrevendo sua demanda que enviarei um orçamento.

E-commerce – o panorama Brasileiro

O Brasil é um dos países que o e-commerce teve penetração mais rápida. Uma prévia que tive acesso dos números de uma pesquisa de 2015 revela que a penetração do e-commerce atinge 71% dos consumidores brasileiros. Dos entrevistados, 45% dizem ter feito alguma aquisição pela internet, de produto ou de serviço, durante o último mês.

A pesquisa destaca que os usuários nacionais de sites de e-commerce buscam preços competitivos (71%), grande variedade de produtos (42%), processo de checkout simples e baixo custo de transporte e impostos (35%). Para os brasileiros, o baixo preço (59%) e a praticidade e agilidade no processo de pagamento (56%) são os principais atrativos para comprarem pelo e-commerce. Este último fator obteve um índice muito parecido de um estudo divulgado recentemente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), em que 54,46% dos paulistanos apontaram a praticidade como o principal diferencial do comércio eletrônico.

As principais razões que influenciam os consumidores a abandonar os carrinhos de compra são: custos de frete, 53%, taxas e impostos adicionais para a entrega, 48%, e tempo de entrega, 45%.

As categorias de produtos mais buscadas são livros, 63%, hardware e software, 59%, e eletrônicos de consumo, 66%. A categoria de vestuário vem crescendo, saltando de 11% para 17% nesta recente pesquisa.

Quando questionados sobre as suas preferências no recebimento de informações sobre novos produtos, promoções e outras ofertas de varejistas/marcas, 72% dos brasileiros optaram para que a comunicação se realizasse via e-mail. Apesar disso, 16% ainda preferem o recebimento de informações em catálogos ou por mala direta, indicando que o correio também é um canal muito atrativo para os varejistas online.

Em parte credito esta ascensão a morosidade, burocracia e custos envolvidos no processo de abertura e manutenção de uma loja física em qualquer cidade do país. O comércio de rua e shopping ainda são importantes, mas o e-commerce consolidou-se como um player essencial para empresas nacionais.

A Um Publicidade, minha empresa, presta consultoria desde o processo de pesquisa até o acompanhamento de uma operação de um e-commerce. Identificamos seu perfil de consumidor digital, mapeamento demandas de produtos, definimos processos e selecionamos as melhores, mais adequadas ferramentas e fornecedores para o porte de seu negócio. Vamos bater um papo? Entre em contato conosco pelo e-mail contato@umpublicidade.com.br.

Preciso desenvolver um aplicativo mobile para meu negócio! Hum… Será?

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De tempos em tempos recebo na Um Publicidade pedidos de orçamento para o desenvolvimento de aplicativos. Tais solicitações vem de empresas dos mais variados segmentos, desde pequenas empresas planejando um aplicativo informativo institucional até startups querendo desenvolver um negócio completo com base em um aplicativo. Acontece que a maioria não contrata um consultor de negócios, apostando em algo que não sabem se realmente é vantajoso para seu negócio, gastando quantias consideráveis em aplicativos que não vingam.

Luis Collado, diretor na Espanha dos serviços News e Play, apresentou números bem interessantes sobre buscas e aplicativos. O executivo destacou que o Google alterarou seu algoritmo de buscas, que desde abril prioriza os resultados de sites que têm versões adaptadas para smartphones e tablets, depois da mudança significativa do comportamento de uso dos serviços da empresa que passaram a ser acessados principalmente por smartphones e tablets. O diretor do Google advertiu que 80% dos usuários de móveis que entram em um site não adaptado para telefones saem imediatamente da página.

Os aplicativos mais utilizados são os jogos e os de redes sociais. Em média, somente 6 aplicativos instalados são utilizados por 75% dos usuários. Agora o número mais impressionante de todos que foram apresentados é este: 90% dos aplicativos instalados são abandonados um mês depois de terem sido baixados. O famoso índice de download de aplicativos é uma métrica totalmente furada para definir o sucesso de uma aplicação.

Na grande maioria dos casos, ter um site projetado para smartphones e tablets é o suficiente para interagir com seu usuário. Se seu negócio não envolve streamming de áudio ou vídeo e algumas outras funcionalidades que necessitam de sensores especiais (GPS, NFC, entre outros), provavelmente o desenvolvimento de um aplicativo é algo supérfulo. Um aplicativo básico, de qualidade, desenvolvido para as plataformas Android e IOS não sai menos de R$ 18.000,00. Com este orçamento é bem provável que você consiga adequar seu site para dispositivos mobile e ainda sobre uma receita para investir em divulgação.

Sabe aquela proposta mirabolante que sua agência de publicidade falou ou que uma consultoria de TI lhe enviou para desenvolver um aplicativo que irá provocar um boom de clientes para seu negócio? Mais fácil acreditar em papai noel.

Conte com a Um Publicidade para traçar sua estratégia digital e otimize seus investimentos. Entre em contato conosco.

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Tecnologia – Sua maior aliada, principalmente em tempos de crise

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Vivemos um cenário de crise econômica. Várias empresas estão realizando cortes em seu orçamento e enxugando equipes. Nestes momentos alguns investimentos erroneamente são afetados, ocasionando baixa nas vendas. Inovação e marketing são algumas das áreas mais importantes nestes tempos. Elas são áreas essenciais para o processo de comercialização, portanto devem receber grande foco. A tecnologia é a principal aliada neste caso.

Análise comportamental

Acompanhar o comportamento do consumidor quando exposto ao seu produto é tendência. Algumas empresas já fornecem ferramentas para esta análise, mapeando expressões e fornecendo dados que ajudam a monitorar a experiência de seu consumidor com o produto.

O pequeno vídeo abaixo ilustra uma solução de uma empresa chamada Affectiva:

https://www.youtube.com/watch?v=mFrSFMnskI4

Interatividade

Já consolidada no mercado externo mas ainda muito pouco difundida no Brasil, as tecnologias interatividade proporcionam uma experiência completa para seu potencial cliente. Exibir vídeos, iluminar áreas, emitir som, são apenas algumas das mais básicas interações que sua empresa pode proporcionar a seu cliente no momento da compra. Estas ações podem ser disparadas por proximidade, tempo, ou qualquer outro evento que compor a apresentação de seu produto. A Um Publicidade possui alguns vídeos exemplo de aplicações, como o exemplo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=k192QfFZEog

Então, não acha que está na hora de sua empresa inovar? Entre em contato com a Um Publicidade. Certamente encontraremos uma boa altenativa com custo compatível com seu orçamento.

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Venda mais utilizando a ciência

Você sabia que antes de lançar um novo produto ou serviço grandes empresas utiliziam a ciência para otimizar vendas? Nomes como Unilever, Danone e Ambev fazem uso de técnicas científicas comprovadas para definir estratégia de vendas, embalagens e muitos outros. Existem aplicações tanto para o ponto de vendas, sites e até telemarketing.

Técnicas com o Eye Tracking, mapeamento de circuito de compra, análise de movimento, dentre outros, possibilitam definir a melhor estratégia de posicionamento e iluminação de um produto. Até pouco tempo essas tecnologias ficavam distantes de pequenas e médias empresas devido ao alto custo. Atualmente empresas como a Um Publicidade tem viabilizado a adoção destas ferramentas para empreendedores de menor porte. A partir de resultados colhidos em experiências no ponto de vendas é possível otimizar o marketing de um determinado produto em uma loja, possibilitando ajustes de iluminação e posição que aumentam a conversão em vendas. Algumas das ferramentas podem ser aplicadas em sites, permitindo otimização de posicionamento e uma melhor navegabilidade.

Estudos realizados em países que adotam tais recursos a mais tempo comprovam que o uso destas tecnologias provocam aumento de até 480% nas vendas. O Brasil ainda está muito atrás do resto do mundo neste sentido, o que por um lado é um ótimo indicador para quem quer começar agora, pois a concorrência é pequena, aumentando ainda mais a vantagem de quem adota estas tecnologias.

A relação entre as características do ponto de venda e o comportamento de compra dos consumidores é um tema permanente na agenda de qualquer analista de mercado atualizado. Estudar o ambiente com o objetivo de produzir melhores vendas é essencial para a sobrevivência dos negócios, principalmente em um mercado com alto grau de concorrência.

Então, que tal agendar um papo comigo ou algum outro consultor da Um Publicidade?

Caso tenha interesse, abaixo disponibilizo um link de um estudo de Eye Tracking realizado com 200 sites:
http://blog.eyequant.com/2014/01/15/the-3-most-surprising-insights-from-a-200-website-eye-tracking-study/

Pesquisa de 2015 sobre uso de SmartPhones por Americanos

O Pew Research Center liberou uma pesquisa bastante interessante sobre o uso de SmartPhones por americanos. Veja os principais destaques:

  • 64% dos adultos possuem smartphone (aumento de 35% comparado a pesquisa realizada em 2011)
  • Desse total, 10% possuem smartphones mas não possuem banda larga em casa
  • 15% utilizam o aparelho para acessar a Internet, não utilizando outros meios para contectar a rede (Computador, Notebook, etc)
  • 7% utilizam o aparelho para funções essenciais em suas atividades
  • 15% dos usuários na faixa de 18-29 anos acessam a Internet somente pelo SmartPhone
  • 62% já utilizaram o aparelho para buscar informações sobre saúde
  • 57% utilizam para operações bancárias
  • 44% utilizam para buscar imóveis para compra ou moradia
  • 43% utilizam para buscar empregos
  • 30% utilizam para educação
  • 67% utilizam o para compartilhar fotos, vídeos ou comentários sobre eventos ocorridos em seu bairro / cidade, sendo 35% utilizando com frequência tais funções
  • 56% já utilizaram o aparelho para buscar informações sobre eventos e atividades em sua região, e 18% fazem uso frequente do equipamento para tal atividade
  • 68% utilizam para obter informações sobre acontecimentos e eventos noticiados (acidentes, tempestades, etc), e 33% fazem este uso frequente
  • 67% já utilizaram como GPS para navegação e 31% fazem uso frequente desta função
  • 25% já utilizaram para buscar informações sobre transporte público, com 10% fazendo uso frequentedesta função
  • 54% dizem que o aparelho não é sempre necessário, mas 46% dizem que não conseguem viver sem

Adoraria ter acesso a alguma pesquisa nacional recente contendo as mesmas abordagens.

PDF contendo a pesquisa na íntegra: http://www.pewinternet.org/files/2015/03/PI_Smartphones_0401151.pdf